China expulsa jornalista francesa por texto sobre terrorismo
O governo da China confirmou neste sábado (26) que não renovará a permissão de correspondente da jornalista francesa Ursula Gauthier, da revista "L'Obs", por causa de um artigo sobre o terrorismo e a resposta de Pequim aos atentados de Paris, o que obriga ao repórter a deixar o país antes do dia 31 de dezembro; o porta-voz do Ministério de Relações Exteriores chinês Lu Kang acusou Gauthier em comunicado de "defender atos terroristas" e de provocar "ira" no povo chinês em uma reportagem escrita pela jornalista francesa no dia 18 de novembro
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247 - O governo da China confirmou neste sábado (26) que não renovará a permissão de correspondente da jornalista francesa Ursula Gauthier, da revista "L'Obs", por causa de um artigo sobre o terrorismo e a resposta de Pequim aos atentados de Paris, o que obriga ao repórter a deixar o país antes do dia 31 de dezembro.
O porta-voz do Ministério de Relações Exteriores chinês Lu Kang acusou Gauthier em comunicado de "defender atos terroristas" e de provocar "ira" no povo chinês em uma reportagem escrita pela jornalista francesa no dia 18 de novembro.
Na matéria, a correspondente abordava a situação na região noroeste de Xinjiang (noroeste), foco frequente de tensões entre a maioria étnica han e a minoria muçulmana uigur, depois que a China reivindicou ser vítima de terrorismo após os atentados de Paris.
O artigo gerou um forte rejeição no governo chinês, que convocou a jornalista ao Ministério das Relações Exteriores e paralisou o processo de renovação de seu cartão de correspondente à espera de que se retratasse.
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