China e EUA concordam em manter canais de contato fluentes
As partes concordaram em implementar os consensos importantes dos dois chefes de Estado e intensificar o diálogo
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Rádio Internacional da China - O membro do Birô Político do Comitê Central do Partido Comunista da China, Yang Jiechi, reuniu-se nesta segunda-feira (13), em Luxemburgo, com o conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, Jake Sullivan, com quem dialogou e realizou intercâmbios francos, profundos e construtivos.
As partes concordaram em implementar os consensos importantes dos dois chefes de Estado, intensificar os contatos e diálogos, reduzir os mal-entendidos e julgamentos errôneos e tratar adequadamente as divergências, além de ressaltar a importância de manter os canais de contato fluentes.
Segundo Yang Jiechi, o presidente Biden disse várias vezes para o presidente Xi Jinping que os EUA não buscam uma “nova Guerra Fria”, nem tentam mudar o sistema da China, não se opõe à China por meio do reforço de alianças, não apoiam a “independência de Taiwan” e não querem gerar confronto com o país. A China trata seriamente essas afirmações. No entanto, nos últimos tempos, os EUA insistiram em reforçar as medidas de contenção sobre a China em todos os aspetos, o que não ajuda a resolver os problemas dos EUA, e deixou o relacionamento bilateral em uma situação muito difícil.
Yang Jiechi assinalou que as relações entre a China e os EUA encontram-se num cruzamento crucial. Os três princípios apresentados por Xi Jinping de respeito mútuo, coexistência pacífica e cooperação de benefícios recíprocos constituem o caminho certo para os laços bilaterais. A China está disposta a abordar com a parte norte-americana os meios e medidas para alcançar esse caminho.
Em relação à questão da soberania e integridade territorial, Yang Jiechi salientou que a China não permite nenhuma intervenção exterior nos seus assuntos internos. A questão de Taiwan está relacionada ao alicerce político do relacionamento entre os dois países. O tratamento inadequado da questão trará impacto subversivo. Ele alertou os EUA para não fazer nenhum julgamento errôneo e ilusão sobre a questão, e tratar as questões relacionadas a Taiwan de forma prudente e adequada.
Os dois lados também trocaram opiniões sobre as questões da Ucrânia e da República Popular Democrática da Coreia, assim como outros assuntos regionais e internacionais.
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