China diz aos EUA que responderá a todas as ameaças e provocações

Após a passagem de um contratorpedeiro dos EUA pelo Estreito de Taiwan, a China reagiu respondendo que responderá a todas as ameaças e provocações a qualquer momento. O navio de guerra dos EUA cruzou o estreito de Taiwan na quinta-feira, na primeira viagem de um navio da Marinha dos EUA por aquele mar em 2021

(Foto: Reuters)


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247 - A China afirmou que continua monitorando as manobras militares dos EUA no Estreito de Taiwan, alertando que o país está pronto para responder às ameaças e provocações dos EUA.

A este respeito, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Wang Wenbin, afirmou em entrevista coletiva que Pequim havia seguido atentamente a passagem de um navio de guerra dos EUA pelo Estreito de Taiwan na quinta-feira (4). 

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"A China continuará a manter um alto nível de alerta o tempo todo, pronta para responder a todas as ameaças e provocações a qualquer momento, e defenderá resolutamente a soberania nacional e a integridade territorial", disse Wang. "Espera-se que os EUA joguem um papel construtivo para a paz e estabilidade regional, e não o contrário. "

Na quinta-feira, o contratorpedeiro de mísseis guiados USS John S. McCain cruzou o Estreito de Taiwan, a primeira viagem de um navio da Marinha dos EUA por aquele mar em 2021.

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"O trânsito do navio pelo estreito de Taiwan demonstra o compromisso dos Estados Unidos com um Indo-Pacífico livre e aberto", disse o porta-voz da Sétima Frota, tenente Joe Keiley, descrevendo a manobra como 'rotina' que foi realizada "de acordo com a lei internacional". 

Pequim pediu repetidamente a Washington que respeite o princípio de "uma China" e não tome medidas que prejudiquem as relações entre os dois países, bem como a paz e a estabilidade no Estreito de Taiwan.

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O trânsito de navios de guerra estadunidenses pelo estreito - manobra que a frota norte-americana realizou 13 vezes em 2020 - acirrou as tensões com a China, que acredita que Washington está usando Taiwan para se intrometer nos assuntos internos do gigante asiático.

O novo Gabinete dos EUA aparentemente vai seguir os passos da administração Trump. Poucos dias depois de o presidente Joe Biden assumir o cargo, um grupo de porta-aviões estadunidenses liderados pelo USS Theodore Roosevelt e três navios de guerra entraram no Mar da China Meridional. O Exército dos EUA alegou que a medida era para promover a "liberdade dos mares", informa a RT.

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