China desdenha Soros e diz que crítica que ele fez a Xi é insignificante

A crítica do bilionário norte-americano George Soros ao presidente chinês, Xi Jinping, foi "insignificante", disse o Ministério do Exterior da China nesta sexta-feira (25), depois que o investidor chamou Xi de "adversário mais perigoso" da sociedade aberta; as afirmações de Soros foram feitas durante o Fórum Econômico Mundial em Davos

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247, com Reuters - A crítica do bilionário norte-americano George Soros ao presidente chinês, Xi Jinping, foi "insignificante", disse o Ministério do Exterior da China nesta sexta-feira (25), depois que o investidor chamou Xi de "adversário mais perigoso" da sociedade aberta.

Soros, que promove causas através de suas organizações não governamentais, afirmou durante um discurso na quinta-feira (24) no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, que a China era o regime autoritário mais rico, forte e tecnologicamente avançado do mundo.

"Isso faz de Xi Jinping o adversário mais perigoso das sociedades abertas", disse Soros.

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Questionada sobre essas declarações, a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Hua Chunying, disse que afirmações feitas por alguns indivíduos que "invertem o certo e o errado" eram "insignificantes e não mereciam ser refutadas".

"Esperamos que o relevante americano possa corrigir sua atitude, não ser míope e ter uma opinião objetiva, racional e correta sobre o desenvolvimento da China", disse Hua a repórteres.

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Soros disse que Xi estava levando empresas de tecnologia chinesas a desenvolver inteligência artificial e um sistema de crédito social nascente que permitiria que o partido estatal reinasse de forma suprema.

Ele disse ainda que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deveria abandonar as disputas comerciais com outros países e focar na China, reprimindo as empresas chinesas de tecnologia, como Huawei Technologies e ZTE Corp, que poderiam ser usadas para garantir o controle autoritário.

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