China defende diálgo entre EUA, Otan, União Europeia e Rússia para buscar paz na Ucrânia
Falando em nome do governo de Pequim, ex-embaixador no Reino Unido diz que partes precisam considerar "impacto negativo" da expansão da Aliança Militar do Norte no Leste Europeu
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247 - O governo da China se manifestou neste domingo sobre a necessidade de diálogo para alcançar a paz na Ucrânia, com a participação em condições iguais dos Estados Unidos, Otan, União Europeia e Rússia.
A mensagem foi publicada na conta no Twitter do diplomata Liu Xiaoming, que foi embaixador da China no Reino Unido entre 2010 e 2021. Para ele, o diálogo deve servir para enfrentar "as contradições e problemas acumulados ao longo de anos”.
Xiaoming “encoraja" as partes a “prestarem atenção ao impacto negativo da contínua expansão da Otan para o Leste”, que é a principal causa do conflito na Ucrânia, que já provocou o êxodo de mais de 1,5 milhão de ucranianos, que buscam refúgio em outros países da Europa.
A seguir, a íntegra da mensagem do representante da China:
"A China também encoraja os Estados Unidos, a OTAN, a União Europeia e a Rússia a conduzirem diálogos iguais, enfrentarem as contradições e problemas acumulados ao longo dos anos, prestarem atenção ao impacto negativo da contínua expansão da OTAN para leste, no ambiente de segurança da Rússia, e procurarem construir um ambiente de segurança equilibrado, eficaz e sustentável, de acordo com o princípio da indivisibilidade do Mecanismo Europeu de Segurança Continuado”, diz a nota.
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