China critica EUA por usar tema religioso para interferir nos seus assuntos internos

A China criticou nesta quinta-feira (18) o encontro do presidente norte-americano Donald Trump com as chamadas "vítimas chinesas de perseguição religiosa", exigindo que os Estados Unidos parem de interferir nos assuntos internos chineses usando os temas religiosos



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Xinhua - A China criticou nesta quinta-feira (18) o encontro do presidente norte-americano Donald Trump com as chamadas "vítimas chinesas de perseguição religiosa", exigindo que os Estados Unidos parem de interferir nos assuntos internos chineses usando os temas religiosos.  

"É uma interferência absoluta nos assuntos internos da China por parte dos EUA, que convidaram membros da organização Falun Gong e aqueles que difamam as políticas religiosas da China para participarem de uma dita conferência religiosa e organizaram um encontro com o líder do país", disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Lu Kang, em uma entrevista coletiva, diante do pedido para comentar sobre o encontro na Casa Branca na quarta-feira.  

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"A China está fortemente insatisfeita e se opõe firmemente a tal conduta", exaltou Lu.  

Ele declarou que a situação da chamada perseguição religiosa não existe na China e os cidadãos chineses desfrutam da liberdade de crença religiosa de acordo com a lei.  

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"Exigimos que os Estados Unidos observem corretamente as políticas religiosas da China e o status da liberdade religiosa no país e deixem de usar os assuntos religiosos para interferir nas questões internas de outras nações", ressaltou Lu.

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