China critica coerção econômica dos EUA

Chancelaria chinesa rebate acusação dos EUA de que a China coage a Austrália

Zhao Lijian, porta-voz da Chancelaria chinesa
Zhao Lijian, porta-voz da Chancelaria chinesa (Foto: Diário do Povo)


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Rádio Internacional da China - Os Estados Undidos são realmente um país que exerce coerção econômica sobre os outros, afirmou nesta sexta-feira (11) o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Zhao Lijian.

Tal afirmação foi feita numa coletiva de imprensa como resposta ao comentário do secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, sobre a “coerção da China à Austrália”.

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Zhao Lijian disse que a chamada "coerção econômica" não pode ser colocada nas costas da China. Todas as intrigas, como confundir o certo e o errado, e todas as especulações maliciosas estão fadadas ao fracasso.

Segundo o porta-voz chinês, os EUA forçaram em 1994 a saída do poder do então governo haitiano e listou explicitamente em 2003 o uso de US$30,3 bilhões em gastos militares para a “condução da diplomacia coerciva”. Além disso, os EUA tentaram de todos os meios reprimir concorrentes como a Huawei da China, a Alstom da França e a Toshiba do Japão. Esses são exemplos típicos de sua “coercão econômica”.

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Zhao Lijian reiterou que a China sempre tomou medidas apropriadas em relação a produtos estrangeiros exportados para o país em estrita conformidade com as leis e regulamentos chineses e as regras da Organização Mundial do Comércio. As medidas são completamente razoáveis e legítimas, salientou ele.

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