China adverte que sua opinião pública não deve ser pisoteada

Porta-voz da Chancelaria chinesa reitera críticas aos ataques da mídia internacional sobre a região de Xinjiang

Hua Chunying, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China
Hua Chunying, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China (Foto: FLORENCE LO/REUTERS)


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247 - A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Hua Chunying, disse na quinta-feira (25) que a opinião pública da China não deve ser pisoteada. Ela fez as observações em uma coletiva de imprensa diária ao comentar a reação na China contra o anúncio da varejista sueca, H&M, sobre os produtos de algodão de Xinjiang.

Chamando o algodão de Xinjiang de um dos melhores do mundo, Hua disse que a decisão de não optar por este significa apenas perdas para as empresas relevantes.

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As acusações relativas ao chamado trabalho forçado em Xinjiang são mentiras maliciosas fabricadas por certas forças anti-China com objetivo de manchar a imagem do país, minar a segurança e a estabilidade de Xinjiang e conter o desenvolvimento da China, disse Hua.

Fornecer mais oportunidades de emprego para as pessoas, incluindo as minorias étnicas, normalmente seria visto como positivo, uma vez que significa melhoria da vida, disse Hua.

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"Por que algumas pessoas se apegam à ideia de que isso significa trabalho forçado e supressão não contada? A razão é que essas coisas foram literalmente praticadas por mais de 100 anos em sua história, então, agora, eles estão medindo outros por seus próprios parâmetros", disse o porta-voz.

"Estamos abertos a receber empresas e pessoas estrangeiras para viver e trabalhar na China, mas somos contra os ataques maliciosos e até mesmo práticas destinadas a prejudicar os interesses da China com base em rumores e mentiras", acrescentou Hua, segundo a Xinhua.

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