China acusa Dalai Lama de ter "simpatia" pelo EI

presidente do comitê de questões étnicas e religiosas do Congresso chinês, Zhu Weiqun, por pedir diálogos com o grupo extremista Estado Islâmico; segundo o jornal italiano La Stampa, Dalai Lama disse que diálogos com o Estado Islâmico, que tomou territórios no Iraque e na Síria, são vitais para garantir a paz; "Ao dizer 'escutem, entendam e respeitem', isso expõe a simpatia pelo Estado Islâmico", disse Weiqun

presidente do comitê de questões étnicas e religiosas do Congresso chinês, Zhu Weiqun, por pedir diálogos com o grupo extremista Estado Islâmico; segundo o jornal italiano La Stampa, Dalai Lama disse que diálogos com o Estado Islâmico, que tomou territórios no Iraque e na Síria, são vitais para garantir a paz; "Ao dizer 'escutem, entendam e respeitem', isso expõe a simpatia pelo Estado Islâmico", disse Weiqun
presidente do comitê de questões étnicas e religiosas do Congresso chinês, Zhu Weiqun, por pedir diálogos com o grupo extremista Estado Islâmico; segundo o jornal italiano La Stampa, Dalai Lama disse que diálogos com o Estado Islâmico, que tomou territórios no Iraque e na Síria, são vitais para garantir a paz; "Ao dizer 'escutem, entendam e respeitem', isso expõe a simpatia pelo Estado Islâmico", disse Weiqun (Foto: Paulo Emílio)


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Reuters - Uma autoridade chinesa denunciou o Dalai Lama por pedir diálogos com militantes do Estado Islâmico, dizendo que o fato expôs a "simpatia" do líder espiritual tibetano pelo grupo jihadista, informou a mídia estatal chinesa nesta quarta-feira.

De acordo com o jornal italiano La Stampa, Dalai Lama disse que diálogos com o Estado Islâmico, que tomou territórios no Iraque e na Síria, são vitais para garantir a paz.

"Ao dizer 'escutem, entendam e respeitem', isso expõe a simpatia pelo Estado Islâmico", disse Zhu Weiqun, presidente do comitê de questões étnicas e religiosas do Congresso chinês, de acordo com o jornal estatal chinês Global Times.

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Zhu disse que a razão fundamental para a simpatia do Dalai Lama é o fato de que "ele nunca desistiu da violência em sua maneira política de vida". O Dalai Lama não estava imediatamente disponível para comentários. Seu secretário, Tenzin Taklha, não atendeu a telefonemas.

Pequim denuncia o Dalai Lama, exilado em 1959 após um levante contra o regime chinês no Tibet, como um perigoso "separatista", acusação negada por ele.

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