Chile realiza eleição constituinte que pode enterrar de vez herança de Pinochet

"Visto que os direitos sociais e os novos direitos têm muita adesão e estão no centro do debate, será possível desmontar alguns aspectos muito fortes do neoliberalismo chileno", aposta a cientista política Talita Tanscheit

"Nova Constituição Agora"
"Nova Constituição Agora" (Foto: TeleSur)


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Fórum - Em outubro de 2019, o povo chileno foi às ruas em uma jornada de protestos que fez história e conseguiu sacudir o país a ponto de forçar a convocação de um plebiscito que iria definir se o Chile deveria enterrar a constituição da ditadura do general Augusto Pinochet. Nas urnas, a população deu uma resposta contundente, com 78,28% de respaldo ao pleito dos manifestantes.

O grande triunfo veio no dia 25 de outubro de 2020, mas agora uma nova etapa vai definir para que rumo essa nova carta constitucional irá. No sábado (15) e no domingo (16), os chilenos voltam às urnas para eleger os parlamentares constituintes, com paridade de gênero e alguns assentos fixos para povos indígenas.

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A Constituição de Pinochet é apontada como uma das principais bases para o neoliberalismo desenfreado que causa tantas desigualdades no país andino, ainda mais exacerbadas em razão do baque da pandemia de Covid-19 em um país que não possui um sistema público de saúde universal, como é o SUS no Brasil.

Leia a íntegra na Fórum.

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