Chefe da OMC diz que não concorda com restrições à China

Segundo o dirigente da organização multilateral, mirar a China em reformas comerciais "não vai funcionar"

(Foto: Divulgação)


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247 - A China estará mais disposta a participar de reformas comerciais globais se não se sentir alvo de outros países, avalia a chefe da Organização Mundial do Comércio (OMC), Ngozi Okonjo-Iweala.

De acordo com uma reportagem da Reuters, a diretora-geral da entidade fez as observações em uma conferência na segunda-feira organizada pela Comissão Europeia, informa o Diário do Povo.

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Os Estados Unidos, a União Europeia e o Japão estão buscando restrições sobre apoio estatal aos subsídios industriais para resolver preocupações relativas às empresas estatais da China, aponta o artigo.

No entanto, suas propostas precisam ser aprovadas por unanimidade pelos membros da OMC.

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Okonjo-Iweala considerou as negociações que teve com a China "muito construtivas", dizendo que o país seria mais receptivo se visse a OMC lidando com outros tipos de subsídios.

A China estaria mais disposta a discutir subsídios industriais se as negociações também forem ampliadas aos subsídios agrícolas predominantes no Ocidente.

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Atualmente, a OMC está trabalhando com outras partes em um estudo sobre subsídios gerais para "colocar alguns fatos objetivos sobre a mesa", disse Okonjo-Iweala.

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