Chanceler russo diz que EUA querem dar chance a terroristas

Os ataques de mísseis dos Estados Unidos e seus aliados podem ter sido realizados para permitir que os terroristas se recuperem continuem o derramamento de sangue na Síria, disse o Ministério das Relações Exteriores da Rússia em um comunicado neste sábado

Ministro de Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, durante coletiva de imprensa em Moscou 14/03/2018 REUTERS/Sergei Karpukhin
Ministro de Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, durante coletiva de imprensa em Moscou 14/03/2018 REUTERS/Sergei Karpukhin (Foto: Leonardo Attuch)


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Sputinik – Os ataques de mísseis dos Estados Unidos e seus aliados podem ter sido realizados para permitir que os terroristas se recuperem continuem o derramamento de sangue na Síria, disse o Ministério das Relações Exteriores da Rússia em um comunicado neste sábado (14).

Na noite da sexta-feira (13), Washington, Paris e Londres dispararam mísseis contra vários alvos na Síria. Segundo as forças ocidentais acreditam, estes alvos estariam ligados ao suposto programa de armas químicas de Damasco. 

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O ataque é uma retaliação  ao suposto uso de armas químicas que teria ocorrido na cidade síria de Douma. Os Estados ocidentais culpam o governo sírio pelo ataque, enquanto que as forças sírias negam tais acusações.

"Não podemos deixar de notar que a agressão é lançada no momento em que os militares sírios continuam a ofensiva bem sucedida contra o Daesh, Jabhat al-Nusra e outros grupos terroristas. Tudo isso mostra que os Estados Unidos e seus aliados querem dar às forças radicais e extremistas a possibilidade de respirar, recuperar e prolongar o derramamento de sangue no solo sírio, complicando assim o acordo político", diz o comunicado.

"Torna-se claro que aqueles no Ocidente, que se disfarçam sob o discurso humanitário e tentam justificar sua presença militar na Síria pela necessidade de destruir os jihadistas, na verdade compartilham seu interesse e levam o caso à divisão do país. Tais suposições estão provados pela negação categórica dos Estados Unidos e seus aliados para apoiar a reconstrução das regiões sírias, liberada pelo exército do governo ", apontou o documento.

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