Chanceler do Catar denuncia racismo na guerra contra Copa de 2022
O ministro de Relações Exteriores do Catar, Khaled al-Attiyah, disse nesta quarta-feira que não há possibilidade de o Catar perder o direito de organizar a Copa do Mundo de 2022, porque o país venceu a votação e tinha a melhor proposta, e afirmou que a campanha contra o Mundial no Catar é "racista"; "É muito difícil para alguns digerir que um país árabe islâmico ganhou esse torneio, como se um Estado árabe não pudesse ter esse direito", disse o chanceler à Reuters em entrevista em Paris
✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.
PARIS (Reuters) - O ministro de Relações Exteriores do Catar, Khaled al-Attiyah, disse nesta quarta-feira que não há possibilidade de o Catar perder o direito de organizar a Copa do Mundo de 2022, porque o país venceu a votação e tinha a melhor proposta, e afirmou que a campanha contra o Mundial no Catar é "racista".
"É muito difícil para alguns digerir que um país árabe islâmico ganhou esse torneio, como se um Estado árabe não pudesse ter esse direito", disse o chanceler à Reuters em entrevista em Paris.
"Acredito que é por causa de preconceito e racismo que nós temos essa campanha agressiva contra o Catar", acrescentou.
Quando perguntado se o país pode perder o direito de organizar o torneio, Al-Attiyah disse: "De jeito nenhum o Catar pode ter isso retirado. Estamos confiantes nos procedimentos e merecemos ganhar porque apresentamos a melhor proposta."
Al-Attiyah disse ainda que o Catar pode provar que não fez nada de errado para vencer a votação que garantiu ao país o direito de organizar o Mundial.
(Reportagem de John Irish)
Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:
Comentários
Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247