Chanceler da Argentina critica OEA ao comentar aniversário do golpe na Bolívia

“Função da OEA é denunciar golpes, não patrociná-los”, declarou Felipe Solá, referindo-se à ação das Forças Armadas bolivianas, que derrubaram Evo Morales do poder há exatamente um ano

Felipe Solá
Felipe Solá (Foto: Wikimedia Commons)


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Fórum - Há exatamente um ano, a Bolívia vivia o golpe de Estado que acabou com os 13 anos de mandato de Evo Morales no país. Uma data que deveria ser celebrada, caso o governo do MAS (Movimento Ao Socialismo) fosse aquela “ditadura cruel” que a direita latino-americana apregoa, mas a verdade é que esta terça-feira (10) foi um dia sem grandes eventos no território boliviano.

Isso não significa que o golpe não foi tema em outras latitudes. Por exemplo, o chanceler da Argentina, Felipe Solá, recordou não só o golpe em si como o governo ilegítimo que assumiu o poder no país dois dias depois, e que só saiu neste último domingo (8). O diplomata, no entanto, preferiu enfatizar o fato recordando a responsabilidade política da OEA (Organização dos Estados Americanos) no episódio.

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“O que aconteceu na Bolívia não teria sido possível sem o consentimento da OEA. Sua função é denunciar os golpes (de Estado), não patrociná-los”, declarou Solá.

 Leia a íntegra na Fórum.

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