Chancelaria síria: agressão dos EUA e aliados ataca os princípios da ONU

A chancelaria destacou que a agressão vulnera os princípios da Carta das Nações Unidas, e avaliou que esta investida de países ocidentais demonstrou novamente a ação desses Estados hostis à legitimidade internacional. Além disso, denunciou que a agressão cometida pelas arrogantes potências ocidentais ocorreu como mostra das frustrações pelo fracasso de seu projeto conspirativo na Síria

A chancelaria destacou que a agressão vulnera os princípios da Carta das Nações Unidas, e avaliou que esta investida de países ocidentais demonstrou novamente a ação desses Estados hostis à legitimidade internacional. Além disso, denunciou que a agressão cometida pelas arrogantes potências ocidentais ocorreu como mostra das frustrações pelo fracasso de seu projeto conspirativo na Síria
A chancelaria destacou que a agressão vulnera os princípios da Carta das Nações Unidas, e avaliou que esta investida de países ocidentais demonstrou novamente a ação desses Estados hostis à legitimidade internacional. Além disso, denunciou que a agressão cometida pelas arrogantes potências ocidentais ocorreu como mostra das frustrações pelo fracasso de seu projeto conspirativo na Síria (Foto: Leonardo Attuch)


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247 – A chancelaria síria condenou neste sábado (14) em duros termos o ataque realizado por Estados Unidos, Reino Unido e França contra objetivos militares no país árabe, o que é uma flagrante violação das leis internacionais.

A chancelaria destacou que a agressão vulnera os princípios da Carta das Nações Unidas, e avaliou que esta investida de países ocidentais demonstrou novamente a ação desses Estados hostis à legitimidade internacional.

Além disso, denunciou que a agressão cometida pelas arrogantes potências ocidentais ocorreu como mostra das frustrações pelo fracasso de seu projeto conspirativo na Síria.

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Nesse sentido, considerou que a ação armada foi motivada pela derrota das organizações terroristas frente aos grandes avanços militares do exército sírio em sua luta contra esses grupos radicais.

O Ministério dos Assuntos Exteriores pediu à comunidade internacional que condene de forma enérgica esta agressão que não conduz a nada, mas elevará as tensões na região e representa uma ameaça para a paz e a segurança internacionais.

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O ataque bárbaro, esbarra no elevado espírito de luta do povo sírio que tomou as ruas e praças para condenar tal ação. Não afetará a vontade do povo sírio e das forças armadas nacionais de combater os terroristas, enfatizou a nota da Chancelaria.

O povo sírio e suas forças militares continuarão defendendo a soberania, a integridade territorial e a restauração da segurança e estabilidade do país.

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A declaração da Chancelaria síria foi feita logo depois que na madrugada os Estados Unidos e aliados ocidentais lançaram numerosos mísseis contra instalações sírias, como o Centro de Investigação Científica no bairro Barzah, em Damasco.

Foram destruídas instalações de ensino, que incluem laboratórios.

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Também 12 mísseis lançados pelos Estados Unidos foram interceptados quando iam em direção do Aeroporto Militar de Dumair, a 60 quilômetros a leste de Damasco.

Por outro lado, foi atacada uma instalação de armazens de armas da terceira legião do Exército, a oeste da província central de Homs.

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De acordo com informes militares, as baterias antiaéreas sírias destruíram mísseis que foram lançados na direção da região de Kissweh, ao sul de Damasco; assim como outros que ameaçavam atingir o aeroporto militar de Naserieh.

Os ataques dos Estados Unidos provocaram três feridos na província de Homs e danos materiais em algumas áreas.

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A agressão armada estadunidense contra o território sírio ocorre logo depois que os Estados Unidos e seus aliados acusaram recentemente o governo sírio de lançar um ataque químico contra a cidade de Douma, em Ghouta Oriental, o que foi terminantemente negado pelas auroridades locais.

A Rússia demonstrou com provas contundentes que o suposto ataque com substâncias tóxicas nessa localidade foi uma encenação.

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Com informações da Prensa Latina

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