Chancelaria chinesa critica relatório sobre Xinjiang manipulado pelos Estados Unidos
O relatório é uma colcha de retalhos de desinformação politicamente conduzida pelos EUA e algumas forças ocidentais, diz a Chancelaria chinesa
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Rádio Internacional da China - O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Zhao Lijian, reafirmou na última sexta-feira (2) a posição clara e solene da China diante o chamado relatório sobre Xinjiang elaborado pelo Escritório do Alto Comissariado para os Direitos Humanos (ACNUDH), classificando-o como colcha de retalhos de desinformação politicamente conduzida pelos EUA e algumas forças ocidentais, completamente ilegal, nulo e sem efeito.
O diplomata chinês comentou que alguns países ocidentais facilmente se denunciaram quando se apressaram em divulgar esse documento na primeira hora de lançamento. Isso só expõe seu objetivo pernicioso de usar mentiras sobre Xinjiang para conter a China. Revela ainda quem são aqueles por trás desta falsa avaliação.
Ele levantou a questão sobre composição do pessoal e fonte financeira do ACNUDH. “Os EUA e vários outros países ocidentais, com menos de 10% da população mundial, ocupam mais de 80% dos cargos do ACNUDH”, lembrou, perguntado em réplica se eles podem representar a maioria do mundo?
O porta-voz reforçou que para esses países ocidentais, os direitos humanos nada mais são do que uma arma barata de fácil acesso para coagir os países em desenvolvimento. Uma agência que age assim não pode de forma alguma representar a ONU, muito menos a comunidade internacional.
Zhao Lijian sugeriu que o ACNUDH precisa focar nas questões de violações de direitos humanos envolvendo os EUA e algumas forças ocidentais, como o genocídio físico e cultural de nativos americanos, tráfico de seres humanos do exterior para escravidão moderna e trabalho forçado, discriminação racial sistêmica contra minorias, violência pelo uso de armas mortais, grave regressão dos direitos das mulheres, tortura e abuso em locais secretos no exterior, sanções unilaterais que prejudicam os direitos humanos em outros países, assassinatos de civis em operações militares no exterior e assim por diante.
O diplomata chinês salientou que o ACNUDH, como parte do Secretariado da ONU, deve seguir e defender os propósitos e princípios da Carta da ONU, defender a soberania dos Estados membros e abster-se de interferir em seus assuntos internos. Manipulada pelos EUA e outras forças ocidentais, a chamada avaliação do ACNUDH contraria tais princípios. “Os membros da ONU podem responsabilizar o órgão seriamente,” concluiu Zhao Lijian.
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