Casos de Covid aceleram na Índia, que desiste de reabrir o Taj Mahal

Infecções por coronavírus na Índia estão aumentando no ritmo mais rápido em três meses. País chega a um total de 673.165 casos, aproximando-se da Rússia, o terceiro mais afetado no mundo

Taj Mahal, na Índia
Taj Mahal, na Índia (Foto: Sunil Kataria/Reuters)


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Por Neha Arora e Saurabh Sharma

NOVA DÉLHI/AGRA (Reuters) - A Índia desistiu de uma reabertura planejada do Taj Mahal, citando o risco de novas infecções por coronavírus se espalharem na cidade de Agra, no norte do país, devido à presença de pessoas que visitam o monumento ao amor do século 17.

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Autoridades locais emitiram um novo comunicado no final deste domingo, ordenando uma extensão das medidas de bloqueio nos monumentos e em torno de Agra. A ordem do governo não especificou a duração do bloqueio para monumentos fechados desde março.

“Pelo interesse do público, foi decidido que a abertura de monumentos em Agra não será aconselhável por ora”, disseram as autoridades do distrito em comunicado publicado em hindi.

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Agra, um dos primeiros grandes focos do vírus na Índia, continua sendo a cidade mais afetada em Uttar Pradesh, o Estado mais populoso do país.

Não ficou imediatamente claro se o governo federal desistiria de seu plano de reabrir outros monumentos em todo o país, como o histórico Forte Vermelho de Nova Délhi.

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As infecções por coronavírus na Índia estão aumentando no ritmo mais rápido em três meses.

Neste domingo, o Ministério da Saúde registrou um recorde de 24.850 novos casos e mais de 600 mortes em um dia. Isso elevou a contagem geral da Índia para 673.165 casos, aproximando-se da Rússia, o terceiro país mais afetado globalmente.

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