Casa Branca apresenta os desafios globais dos EUA, destacando rivalidade com potências
Assessor de segurança nacional de Biden diz que EUA estão entrando num período crucial
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TASS - Os Estados Unidos estão entrando em uma década crucial e enfrentam dois desafios estratégicos: a rivalidade de potências globais e ameaças transnacionais, disse o assessor de segurança nacional da Casa Branca, Jake Sullivan, em uma coletiva de imprensa especial nesta quarta-feira (12).
"As ações que tomamos agora vão definir se este período é conhecido como uma era de conflito e discórdia ou o início de um futuro mais estável e próspero", disse Sullivan, segundo a assessoria de imprensa da Casa Branca, em comunicado: "Enfrentamos dois desafios estratégicos."
"O primeiro é que a era pós-Guerra Fria acabou definitivamente e uma competição está em andamento entre as grandes potências para moldar o que vem a seguir. Nenhuma nação está melhor posicionada para ter sucesso nessa competição do que os Estados Unidos, desde que trabalhemos em causa comum com aqueles que compartilham nossa visão de um mundo livre, aberto, seguro e próspero", afirmou Sullivan.
"O segundo é que, enquanto essa competição está em andamento, pessoas de todo o mundo estão lutando para lidar com os efeitos de desafios compartilhados que atravessam fronteiras - sejam mudanças climáticas, insegurança alimentar, doenças transmissíveis, terrorismo, escassez de energia ou inflação. "
"Esses desafios compartilhados não são questões marginais secundárias à geopolítica. Eles estão no centro da segurança nacional e internacional e devem ser tratados como tal. Por sua própria natureza, esses desafios exigem que os governos cooperem para resolvê-los, " diz o comunicado.
Sullivan também disse que "embora o ambiente internacional tenha se tornado mais contestado, os Estados Unidos continuam sendo a principal potência mundial. Nossa economia, nossa população, nossa inovação e nosso poder militar continuam a crescer, muitas vezes superando os de outros grandes países."
"Ao aprofundar e expandir nossas relações diplomáticas não apenas com nossos aliados democráticos, mas com todos os Estados que compartilham nossa visão de um futuro melhor, teremos desenvolvido termos de competição com nossos rivais estratégicos que são favoráveis aos nossos interesses e valores e lançamos as bases para aumentar a cooperação em desafios compartilhados."
“Ao modernizar nossas forças armadas, buscar tecnologias avançadas e investir em nossa força de trabalho de defesa, teremos fortalecido a dissuasão em uma era de crescente confronto geopolítico e posicionado a América para defender nossa pátria, nossos aliados, parceiros e interesses no exterior, e nossos valores em todo o mundo", acrescentou o alto funcionário de segurança da Casa Branca.
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