Brito: Maduro vence em 17 de 23 estados. E é ditadura?

"É nítido que a maioria dos venezuelanos perdeu a paciência contra o estado de agitação e conflito permanente que a oposição vem mantendo há anos", diz o jornalista Fernando Brito, editor do Tijolaço, ao comentar o resultado das eleições na Venezuela; "Claro que vão continuar sabotando, mas o resultado das eleições, se a comunidade sul-americana não estivesse dominada pela diplomacia ideológica do Brasil e da Argentina, poderia ser um ponto de partida para a pacificação do país vizinhos", afirma 

"É nítido que a maioria dos venezuelanos perdeu a paciência contra o estado de agitação e conflito permanente que a oposição vem mantendo há anos", diz o jornalista Fernando Brito, editor do Tijolaço, ao comentar o resultado das eleições na Venezuela; "Claro que vão continuar sabotando, mas o resultado das eleições, se a comunidade sul-americana não estivesse dominada pela diplomacia ideológica do Brasil e da Argentina, poderia ser um ponto de partida para a pacificação do país vizinhos", afirma 
"É nítido que a maioria dos venezuelanos perdeu a paciência contra o estado de agitação e conflito permanente que a oposição vem mantendo há anos", diz o jornalista Fernando Brito, editor do Tijolaço, ao comentar o resultado das eleições na Venezuela; "Claro que vão continuar sabotando, mas o resultado das eleições, se a comunidade sul-americana não estivesse dominada pela diplomacia ideológica do Brasil e da Argentina, poderia ser um ponto de partida para a pacificação do país vizinhos", afirma  (Foto: Aquiles Lins)


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Por Fernando Brito, do Tijolaço - Com 96% das urnas apuradas, os candidatos do governo de Nicolás Maduro venceu em 17 dos 23 estados venezuelanos e a oposisição, em cinco. Um estado, Bolívar, tem votação apertada e nãio era possível, até a madrugada, antecipar o vencedor.

Dos votos totais, o Partido Socialista Unificado da Venezuela teve 54% dos votos e o comparecimento, para os padrões de noto não-obrigatório – foi de 61%. Nos EUA, paradigma da “democracia ocidental”, o comparecimento, nas duas últimas eleições presidenciais, foi de 47%.

Um dos mais importantes líderes do “chavismo”, Diosdado Cabello, vice-presidente do PSUV já anunciou que o partido pede que todas as urnas (são eletrônicas, mas com voto impresso também, ao contrário das brasileiras) sejam auditadas para ratificar a veracidade dos resultados.

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A comunidade internacional rejeitou as eleições que tanto exige na Venezuela, A mídia local e mundial desenha Maduro e o chavismo como um pequeno aglomerado de fanáticos furiosos.

E ganharam as eleições, sobre as quais não houve nenhuma denuncia de fraude flagrante e cujos resultados são oferecidos à auditagem.

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É nítido que a maioria dos venezuelanos perdeu a paciência contra o estado de agitação e conflito permanente que a oposição vem mantendo há anos.

Claro que vão continuar sabotando, mas o resultado das eleições, se a comunidade sul-americana não estivesse dominada pela diplomacia ideológica do Brasil e da Argentina, poderia ser um ponto de partida para a pacificação do país vizinhos.

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