Brasileiro preso na Venezuela acusado de conspirar com a CIA publica relato

Após ficar 10 dias detido na Venezuela e ser acusado de conspirar com a CIA contra o presidente Nicolás Maduro, o brasileiro Jonatan Moisés Diniz publicou seu relato sobre o ocorrido no Facebook; o designer gráfico de 31 anos afirmou ter morado na Venezuela entre maio e agosto de 2017 para saber "o que é verdade e o que é mentira". Neste período, ele afirma ter participado de protestos contra o Governo: "odiei muito Maduro nesse tempo por todas as bombas [sic] lacrimógenas que tive que respirar e sim, vi muita barbaridade tanto de um lado quanto do outro"

Após ficar 10 dias detido na Venezuela e ser acusado de conspirar com a CIA contra o presidente Nicolás Maduro, o brasileiro Jonatan Moisés Diniz publicou seu relato sobre o ocorrido no Facebook; o designer gráfico de 31 anos afirmou ter morado na Venezuela entre maio e agosto de 2017 para saber "o que é verdade e o que é mentira". Neste período, ele afirma ter participado de protestos contra o Governo: "odiei muito Maduro nesse tempo por todas as bombas [sic] lacrimógenas que tive que respirar e sim, vi muita barbaridade tanto de um lado quanto do outro"
Após ficar 10 dias detido na Venezuela e ser acusado de conspirar com a CIA contra o presidente Nicolás Maduro, o brasileiro Jonatan Moisés Diniz publicou seu relato sobre o ocorrido no Facebook; o designer gráfico de 31 anos afirmou ter morado na Venezuela entre maio e agosto de 2017 para saber "o que é verdade e o que é mentira". Neste período, ele afirma ter participado de protestos contra o Governo: "odiei muito Maduro nesse tempo por todas as bombas [sic] lacrimógenas que tive que respirar e sim, vi muita barbaridade tanto de um lado quanto do outro" (Foto: Romulo Faro)


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Sputnik - Após ficar 10 dias detido na Venezuela e ser acusado de conspirar com a CIA contra o presidente Nicolás Maduro, o brasileiro Jonatan Moisés Diniz publicou seu relato sobre o ocorrido nas redes sociais.

O designer gráfico de 31 anos afirmou ter morado na Venezuela entre maio e agosto de 2017 para saber "o que é verdade e o que é mentira". Neste período, ele afirma ter participado de protestos contra o Governo: "odiei muito Maduro nesse tempo por todas as bombas [sic] lacrimógenas que tive que respirar e sim, vi muita barbaridade tanto de um lado quanto do outro".

À época, o país latino enfrentava uma série de protestos contra a convocação da eleição da Assembleia Nacional Constituinte que deixaram mais de 100 mortos.

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Ele afirma ter resolvido voltar à Caracas para doar a maior parte de seu dinheiro para crianças que passavam fome. "Eu não sou lado A nem lado B... Eu só não quero ver crianças morrerem por nossa culpa, por o que nós adultos criamos na Terra, e sim! Criamos um inferno para muitas almas".

Diniz não forneceu mais detalhes sobre sua detenção e afirmou que pretende manter em sigilo seu paradeiro.

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