Brasil muda de posição e irá apoiar recondução de Tedros Adhanom para comandar a OMS
“Trata-se de posição do governo federal. Eu represento o governo federal nesse tema”, disse o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga
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247 - O Brasil irá apoiar a recondução de Tedros Adhanom Ghebreyesus para um segundo mandato à frente da Organização Mundial da Saúde (OMS). “Trata-se de posição do governo federal. Eu represento o governo federal nesse tema”, disse o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, à CNN Brasil. “A posição do governo é de apoio à recondução do Tedros”, completou o ministro.
Tedros, o primeiro diretor-geral da OMS eleito pela África, foi responsável pelo enfrentamento global à pandemia de Covid-19, considerada a maior emergência mundial de saúde pública em um século.
Ele foi alvo de duras críticas por parte de Jair Bolsonaro e seus aliados em decorrência da defesa em torno da necessidade da vacinação e do distanciamento social para conter o avanço da doença, chegando a ser acusado de promover um “viés ideológico” na instituição.
Segundo Queiroga, “no último G20, o presidente conversou longamente com o Tedros, com a minha participação e a do ministro de Relações Exteriores, Carlos França”. Ele viajará na próxima quinta-feira (19) para Genebra, na Suíça, onde irá acompanhar a reunião anual da OMS.
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