Brasil estaria preocupado com crise militar na Venezuela

Governo do presidente em exercício, Michel Temer, estaria preocupado com a substituição dos comandos militares na Venezuela;Brasil receia ma eventual crise militar interna ou uma guerra civil branda na Venezuela e estaria buscando apoio de países vizinhos como Bolívia e Equador para negociar uma solução junto à Unasul para a crise venezuelana

Governo do presidente em exercício, Michel Temer, estaria preocupado com a substituição dos comandos militares na Venezuela;Brasil receia ma eventual crise militar interna ou uma guerra civil branda na Venezuela e estaria buscando apoio de países vizinhos como Bolívia e Equador para negociar uma solução junto à Unasul para a crise venezuelana
Governo do presidente em exercício, Michel Temer, estaria preocupado com a substituição dos comandos militares na Venezuela;Brasil receia ma eventual crise militar interna ou uma guerra civil branda na Venezuela e estaria buscando apoio de países vizinhos como Bolívia e Equador para negociar uma solução junto à Unasul para a crise venezuelana (Foto: Paulo Emílio)


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Sputnik - O governo do presidente em exercício, Michel Temer, estaria preocupado com a substituição dos comandos militares na Venezuela. É o que afirmam colunistas da mídia brasileira, citando o receio do governo de uma eventual crise militar interna ou uma guerra civil branda na Venezuela.

Segundo o artigo publicado no Estado de S.Paulo, o governo brasileiro estaria buscando apoio de países vizinhos como Bolívia e Equador para negociar uma solução junto à Unasul para a crise venezuelana.

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, também manifestou disposição de intermediar o diálogo na Venezuela, buscando promover a ascensão de sua chanceler, Susana Malcorra, que aspira ao cargo de secretária-geral da ONU.

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A situação na Venezuela adquiriu um caráter crítico no contexto de falta de produtos de consumo, inflação galopante e queda do faturamento estatal, provocado pela queda dos preços do petróleo. A isto se soma a crise institucional entre os poderes executivo e legislativo, controlado pela oposição. Desse modo, Nicolás Maduro, em 18 de maio, declarou estar pronto para declarar estado de emergência para prevenir eventuais desordens públicas.

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