'Brasil é importante articulador do equilíbrio regional'

Secretário-geral da União de Nações Sul-Americanas (Unasul), Ernesto Samper, se reuniu nesta segunda-feira 10 com a presidenta Dilma Rousseff e disse que a Unasul vai seguir vigilante e atuante em relação a casos comprovados de ameaça de ruptura da ordem democrática nos países que compõem o grupo; ele disse ainda que o Brasil tem papel importante como um grande articulador do equilíbrio regional

Secretário-geral da União de Nações Sul-Americanas (Unasul), Ernesto Samper, se reuniu nesta segunda-feira 10 com a presidenta Dilma Rousseff e disse que a Unasul vai seguir vigilante e atuante em relação a casos comprovados de ameaça de ruptura da ordem democrática nos países que compõem o grupo; ele disse ainda que o Brasil tem papel importante como um grande articulador do equilíbrio regional
Secretário-geral da União de Nações Sul-Americanas (Unasul), Ernesto Samper, se reuniu nesta segunda-feira 10 com a presidenta Dilma Rousseff e disse que a Unasul vai seguir vigilante e atuante em relação a casos comprovados de ameaça de ruptura da ordem democrática nos países que compõem o grupo; ele disse ainda que o Brasil tem papel importante como um grande articulador do equilíbrio regional (Foto: Gisele Federicce)


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Yara Aquino - Repórter da Agência Brasil

O secretário-geral da União de Nações Sul-Americanas (Unasul), Ernesto Samper, se reuniu hoje (10) com a presidenta Dilma Rousseff e relatou que as discussões sobre a agenda política da Unasul, a questão social com foco na redução das desigualdades na região e a competitividade dominaram o encontro.

Ele disse que a Unasul vai seguir vigilante e atuante em relação a casos comprovados de ameaça de ruptura da ordem democrática nos países que compõem o grupo.

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"Temos tido atuações históricas para manter a democracia em países como o Paraguai, a Venezuela e o Equador, de forma que isso continuará sendo uma preocupação da Unasul", destacou. A próxima reunião da Unasul está marcada para os dias 4 e 5 de dezembro, no Equador.

Na parte social, o secretário-geral expôs à presidenta Dilma que o objetivo na América do Sul não deve ser apenas a redução da pobreza, mas também da desigualdade. "Somos uma região desigual. Há desigualdade de gênero, trabalhistas, e nossa tarefa será encontrar fórmulas concretas para reduzir essa desigualdade."

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No campo da competitividade, Enersto Samper relatou ter debatido com Dilma projetos de infraestrutura que envolvem mais de um país da região e que encontrou disposição do Brasil para desenvolvê-los. Para o secretário-geral, a Unasul deve deixar claro à população dos países sul-americanos que essa não é uma união apenas para discussão, mas também para ação. Ele disse ainda que o Brasil tem papel importante como um grande articulador do equilíbrio regional.

Após a reunião com o secretário-geral da Unasul, a presidenta Dilma recebeu as credencias de 32 embaixadores em uma cerimônia fechada, no Palácio do Planalto. A apresentação da credencial à presidenta é uma formalidade para oficializar a representação do embaixador.

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