Brasil e Bolívia firmam pacto contra drogas
Os governos da Bolívia e do Brasil firmaram acordo para ações conjuntas de combate ao tráfico de drogas e ao crime organizado, de proteção de imigrantes e de integração regional; as iniciativas foram definidas no encontro dos ministros das Relações Exteriores, Antonio Patriota, e David Choquehuanca, em Cochabamba, uma das principais cidades bolivianas
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Renata Giraldi*
Repórter da Agência Brasil
Brasília – Os governos da Bolívia e do Brasil firmaram hoje (2) acordo para ações conjuntas de combate ao tráfico de drogas e ao crime organizado, de proteção de imigrantes e de integração regional. As iniciativas foram definidas no encontro dos ministros das Relações Exteriores, Antonio Patriota, e David Choquehuanca, em Cochabamba, uma das principais cidades bolivianas. No encontro, a Bolívia anunciou o apoio à candidatura do Brasil para a direção-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC).
Choquehuanca disse que a Bolívia apoia o nome do embaixador brasileiro Roberto Carvalho de Azevêdo, de 55 anos, ao cargo de diretor-geral da OMC. Segundo o chanceler, é importante a América Latina ter uma presença no órgão. A eleição ocorrerá em 31 de maio.
Choquehuanca disse que, em abril, haverá uma reunião entre os ministros da Defesa da Bolívia e do Brasil para revisar a política de proteção aos imigrantes nas regiões de fronteira. Segundo ele, participarão os comandantes do Exército, da Marinha e da Aeronáutica para coordenar as atividades de apoio conjuntas na fronteira.
Paralelamente, o Brasil vai cooperar com as eleições de 2014 na Bolívia por intermédio do suporte à votação eletrônica no país. O presidente boliviano, Evo Morales, anunciou que tentará a reeleição.
Durante a reunião, Patriota e Choquehuanca também falaram sobre a adesão da Bolívia ao Mercosul. Os bolivianos tentam a inclusão como membro pleno no bloco. Ambos conversaram também sobre o fortalecimento da União de Nações Sul-Americanas (Unasul). “O Brasil desempenha um papel importante na consolidação do espaço de maior integração”, disse Choquehuanca.
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