Brasil defende Trump em reunião da ONU para criar inquérito que apura crimes de racismo nos EUA

A votação da proposta deveria ocorrer nesta quarta-feira,17, mas a resistência dos EUA e aliados, diante da proposta, levou a seu adiamento para quinta-feira. Entre os países que defenderam os EUA está o Brasil, que argumentou que o racismo não está singularizado em apenas um país

Jair Bolsonaro, Ernesto Araújo e Donald Trump
Jair Bolsonaro, Ernesto Araújo e Donald Trump (Foto: PR | Reuters)


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247 - O governo de Jair Bolsonaro defendeu do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e da polícia, em reunião extraordinária do Conselho de Direitos Humanos da ONU sobre George Floyd, homem negro sufocado à morte por um policial branco no Minnesota. A informação é de Jamil Chade no Uol.

Países africanos propuseram que “a ONU concluísse o encontro com a criação de uma comissão de inquérito internacional para investigar os crimes de racismo cometidos nos EUA e em outros países que vivem a mesma situação. O texto foi submetido às Nações Unidas como reação à morte de George Floyd”, disse o colunista.

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A votação deveria ocorrer nesta quarta-feira, mas a resistência dos EUA e aliados, diante da proposta, levou a seu adiamento para quinta-feira. Entre os países que defenderam os EUA está o Brasil, que argumentou que o racismo não está singularizado em apenas um país.

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