Bolívia pede para Interpol alerta de prisão de senador

Segundo o procurador-geral interino da Bolívia, Roberto Ramirez, o código deverá ser enviado para que Roger Pinto Molina, que está no Brasil desde o final da semana passada, seja apreendido para responder aos processos por corrupção que correm na Justiça boliviana

Segundo o procurador-geral interino da Bolívia, Roberto Ramirez, o código deverá ser enviado para que Roger Pinto Molina, que está no Brasil desde o final da semana passada, seja apreendido para responder aos processos por corrupção que correm na Justiça boliviana
Segundo o procurador-geral interino da Bolívia, Roberto Ramirez, o código deverá ser enviado para que Roger Pinto Molina, que está no Brasil desde o final da semana passada, seja apreendido para responder aos processos por corrupção que correm na Justiça boliviana (Foto: Roberta Namour)


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Sabrina Craide*
Repórter da Agência Brasil
Brasília - O Ministério Público da Bolívia pediu para a Interpol emitir um alerta vermelho para a prisão do senador Roger Pinto Molina, que está no Brasil desde o final da semana passada. Segundo o procurador-geral interino da Bolívia, Roberto Ramirez, o código deverá ser enviado para que o senador seja apreendido para responder aos processos por corrupção que correm na Justiça boliviana.

Segundo Ramirez, a Justiça da Bolívia já emitiu três ordens de prisão de Pinto Molina por delitos contra a Constituição do país, descumprimento de deveres, contratos lesivos ao Estado e por conduta antieconômica.

Após 15 meses abrigado na embaixada brasileira em La Paz, o senador Pinto Molina deixou o país em carros diplomáticos brasileiros e chegou ao Brasil na última semana. Molina, que liderou a oposição ao governo de Evo Morales, pediu asilo político ao Brasil, alegando perseguição política. O salvo-conduto era negado pelas autoridades bolivianas, que alegavam que o parlamentar responde a processos judiciais no país.

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A vinda dele ao Brasil foi organizada pelo encarregado de negócios do Brasil na Bolívia, Eduardo Saboia, sem o conhecimento do governo brasileiro.

*Com informações da Agência Boliviana de Informação // Edição: Juliana Andrade

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