Biden vê China como ameaça e fala em subsídio para produção local

Proposta do democrata prevê US$ 400 bi para compras de produtos feitos no país e US$ 300 bi para Pesquisa e Desenvolvimento local, visando conter expansão do déficit com a China

Bandeiras dos Estados Unidos e da China
Bandeiras dos Estados Unidos e da China (Foto: REUTERS/Aly Song)


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247 - Joe Biden cita a China quase 30 vezes em texto postado em seu site da campanha com detalhes sobre partes de seu plano de governo na área externa. 

No documento, Biden afirma que vai garantir um futuro feito em toda a América e por todos os trabalhadores americanos. É a versão Biden da defesa da hegemonia estadunidense e que inclui a contenção da emergente China.

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Biden propõe seis linhas de ação para recuperar a manufatura e a inovação americanas, com propostas que incluem concessões de subsídios, exigência de conteúdo nacional e transferências de fábricas para os EUA. 

Em relação à China, é esperada uma relação mais estável e diplomática com o concorrente asiático, mas sem deixar de lado a disputa que já se desenhava em governos anteriores e deve se acirrar nos próximos anos, em especial, na área de alta tecnologia, informa o jornalista Eduardo Cucolo na Folha de S.Paulo.

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Após a posse, o mais importante será acompanhar como essas e outras políticas na área econômica irão contribuir —ou não— para uma recuperação mais rápida da economia mundial e para uma desvalorização do dólar frente a moedas de países emergentes.

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