Biden revoga status comercial de 'nação mais favorecida' da Rússia para EUA, União Europeia e países do G7

A remoção da lista significa que a Rússia não mais desfrutará de "relações comerciais normais permanentes" com o Ocidente

Joe Biden e Vladimir Putin
Joe Biden e Vladimir Putin (Foto: Reuters)


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Sputnik - Nesta sexta-feira (11), o presidente norte-americano, Joe Biden, anunciou que os Estados Unidos, em conjunto à União Europeia e aos países do G7, expulsarão a Rússia da lista das chamadas "nações mais favorecidas" para o comércio.

Entre outros bens que provavelmente terão tarifas mais altas para importação estão urânio, ródio, paládio e barras de prata. O mandatário estadunidense também declarou que, separadamente, Washington trabalhará para proibir a importação de vodka, frutos do mar e diamantes russos, assim como impedirá a exportação de seus produtos de luxo para a Rússia.

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Ao mesmo tempo, Biden disse que os parceiros dos EUA e do G7 garantirão que a Rússia não consiga obter financiamento do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial.

Na prática, a remoção de Moscou da lista significa que a Rússia não mais desfrutará de "relações comerciais normais permanentes" com o Ocidente, e este último poderá impor tarifas mais altas sobre as importações russas.

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O presidente também afirmou que a Rússia "pagará um preço alto" caso use armas químicas na Ucrânia. Segundo Biden, as sanções que já foram impostas a Moscou estão "esmagando" a economia russa.

As nações que têm o status de "nação mais favorecida" são obrigadas a tratar umas as outras igualmente. Cerca de 180 países têm esse status.

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