Biden reafirma promessa de indicar 1ª mulher negra para Suprema Corte com aposentadoria de Breyer
O anúncio da saída do magistrado havia sido antecipado pela imprensa americana na quarta e foi confirmado nesta quinta
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(Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, reafirmou nesta quinta-feira (27) a promessa que fez ainda na campanha de indicar uma mulher negra para a Suprema Corte do país. O democrata poderá fazer sua primeira nomeação ao tribunal em junho, quando Stephen Breyer, 83, vai se aposentar.
O anúncio da saída do magistrado havia sido antecipado pela imprensa americana na quarta e foi confirmado nesta quinta, com a divulgação de uma carta escrita por Breyer para o presidente. Os dois ainda participaram de um evento na Casa Branca.
Biden disse aos jornalistas que ainda não se decidiu em relação à indicada, mas que deve fazê-lo até o final do mês que vem. Se confirmada sua intenção, será a primeira vez que uma mulher negra integra a mais alta instância da Justiça americana. Até aqui, os negros só se fizeram representados na corte por dois homens: Thurgood Marshall (1967 a 1991) e Clarence Thomas (indicado em 1991, ainda no tribunal). A atual composição tem três mulheres: Amy Cohen Barrett, Sonia Sotomayor e Elena Kagan.
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Entre os nomes especulados pela imprensa americana para serem indicados pelo democrata estão Ketanji Brown, que serviu como juíza auxiliar do próprio Breyer e hoje atua em uma corte de apelações, e Leondra Kruger, da Suprema Corte da Califórnia. Corre por fora a juíza federal pela Carolina do Sul Julianna Michelle Childs.
No evento desta quinta, Biden disse que "já demorou muito tempo" para que a Suprema Corte tivesse uma magistrada negra. O presidente aproveitou para agradecer a Breyer, a quem disse conhecer desde os anos 1970, destacando a "notável carreira no serviço público" do juiz.
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