Biden provoca a China e diz que sua aliança com Taiwan é sólida "como uma rocha"

O presidente dos Estados Unidos promete apoiar liberdade na Ásia e faz críticas à China sobre território considerado província rebelde por Pequim

Presidente dos EUA, Joe Biden, na Casa Branca
31/08/2021
REUTERS/Carlos Barria
Presidente dos EUA, Joe Biden, na Casa Branca 31/08/2021 REUTERS/Carlos Barria (Foto: CARLOS BARRIA. Reuters)


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WASHINGTON/BANDAR SERI BEGAWAN (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse aos países do Sudeste Asiático na quarta-feira que os EUA os apoiarão na defesa da liberdade dos mares e da democracia e chamou as ações da China em relação a Taiwan de "coercivas" e uma ameaça à paz e à estabilidade.

Falando em uma cúpula virtual do Leste Asiático com a presença do premiê chinês Li Keqiang, Biden disse que Washington iniciaria negociações com parceiros do Indo-Pacífico sobre o desenvolvimento de uma estrutura econômica regional, algo que os críticos dizem que faltou à sua estratégia regional.

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O Sudeste Asiático se tornou um campo de batalha estratégico entre os Estados Unidos e a China, que controla a maior parte do Mar do Sul da China, e Pequim aumentou a pressão militar e política sobre Taiwan, uma ilha autônoma que Pequim considera sua.

Biden reiterou que os Estados Unidos têm um compromisso "sólido como uma rocha" com Taiwan. "Estamos profundamente preocupados com as ações coercitivas da China", disse Biden, alegando que elas "ameaçam a paz e a estabilidade regionais".

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Li Keqiang afirmou na cúpula, que reuniu líderes da Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN) com parceiros regionais, que defender a paz, estabilidade, liberdade de navegação e sobrevoo no Mar do Sul da China é do interesse de todos. "O Mar do Sul da China é nosso lar comum", disse ele.

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