Biden e Xi se encontram cara a cara com relações tensas entre as superpotências

Biden recentemente disse que não está disposto a fazer quaisquer concessões fundamentais quando ele se encontrar com Xi

Joe Biden e Xi Jinping - 15/11/2021
Joe Biden e Xi Jinping - 15/11/2021 (Foto: REUTERS/Jonathan Ernst)


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(Reuters) - O presidente norte-americano, Joe Biden, vai se encontrar pessoalmente com o líder chinês Xi Jinping na segunda-feira pela primeira vez desde que assumiu o cargo, com as preocupações dos Estados Unidos com Taiwan, a guerra da Rússia na Ucrânia e as ambições nucleares da Coreia do Norte no topo de sua agenda.

A tão esperada reunião cara a cara ocorre em um momento em que as relações entre as superpotências têm afundado ao seu nível mais baixo em décadas.

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Os dois vão se encontrar na ilha indonésia de Bali antes da cúpula anual do Grupo dos 20 (G20), que reúne líderes de importantes economias emergentes e desenvolvidas do mundo.

Biden chega ao encontro com uma grande vitória doméstica com a conquista dos democratas pelo controle do Senado, um avanço reconhecido pelos líderes globais, enquanto Xi garantiu um terceiro mandato sem precedentes no mês passado.

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"Sei que estou chegando mais forte, mas não preciso disso. Conheço Xi Jinping, passei mais tempo com ele do que qualquer outro líder mundial", disse Biden a repórteres no Camboja neste domingo após os resultados do Senado.

O presidente dos EUA, que está em uma viagem rápida com paradas na conferência climática internacional no Egito e a reunião da Asean e a cúpula do Leste Asiático no Camboja antes do G20, espera construir um "solo para o relacionamento" com a China e garantir a existência de regras que limitam a competição entre as duas nações. 

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Biden recentemente disse que não está disposto a fazer quaisquer concessões fundamentais quando ele se encontrar com Xi e que deseja que ambos os líderes estabeleçam suas "linhas vermelhas" e resolvam as áreas de conflito.

A reunião não deve estabelecer resultados concretos e não é esperada qualquer declaração conjunta, disse a Casa Branca, mas ela pode ajudar a estabilizar os laços entre as potências, marcados por crescentes tensões sobre questões que vão de Hong Kong e Taiwan ao Mar da China Meridional, práticas comerciais coercitivas e restrições norte-americanas sobre a tecnologia chinesa.

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