Biden diz que EUA estão dispostos a impor sanções pessoais contra Putin; Kremlin mantém exigências

O Kremlin rebateu, dizendo que qualquer sanção voltada contra Putin não mudaria em nada suas exigências de segurança históricas no Leste Europeu

Joe Biden e Vladimir Putin
Joe Biden e Vladimir Putin (Foto: Reuters)


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 247 - O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, afirmou, nesta terça-feira (25), que está disposto a impor sanções contra o presidente russo, Vladimir Putin, no caso de uma suposta invasão da Ucrânia.

O Kremlin rebateu, nesta quarta (26), dizendo que qualquer sanção voltada contra Putin não mudaria em nada suas exigências de segurança históricas no Leste Europeu e as movimentações russas no Leste Europeu.  

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O porta-voz do governo russo, Dmitri S. Peskov, disse que sanções pessoais seriam contraproducentes, e teriam efeito "destrutivo". “Não seria doloroso politicamente -- seria destrutivo”, disse ele.

"As negociações diplomáticas para resolver a crise não renderam nada além de promessas de continuar conversando e, embora todos os lados digam que querem uma desescalada, a guerra de palavras entre Washington e Moscou está se intensificando", escreve o NYT.

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Os EUA enviaram por escrito sua resposta sobre as garantias de segurança propostas pela Rússia em dezembro do ano passado, confirmou o Ministério das Relações Exteriores russo, nesta quarta-feira (26), informa a agência Sputnik.

"Em 26 de janeiro, o vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia, Alexander Grushko, recebeu o embaixador dos EUA, John Sullivan, a pedido deste último. Na reunião, o chefe da missão diplomática dos EUA entregou a Grushko a resposta por escrito do governo norte-americano sobre o projeto de tratado bilateral com garantias de segurança, apresentado anteriormente pelo lado russo", escreveu a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Maria Zakharova, no Telegram.

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A resposta dos EUA contempla pontos que Washington se diz disposta a negociar com Moscou, incluindo o controle de armas e maior transparência, de acordo com informações da CNN.

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