Bachelet enfrentará segundo turno no Chile

Socialista atinge quase 47% dos votos na eleição à Presidência, quase o dobro registrado para a segunda colocada, a candidata da aliança de direita no governo, Evelyn Matthei, que estava com 25,23%; a diferença, entretanto, não foi suficiente para garantir a vitória no primeiro turno

Socialista atinge quase 47% dos votos na eleição à Presidência, quase o dobro registrado para a segunda colocada, a candidata da aliança de direita no governo, Evelyn Matthei, que estava com 25,23%; a diferença, entretanto, não foi suficiente para garantir a vitória no primeiro turno
Socialista atinge quase 47% dos votos na eleição à Presidência, quase o dobro registrado para a segunda colocada, a candidata da aliança de direita no governo, Evelyn Matthei, que estava com 25,23%; a diferença, entretanto, não foi suficiente para garantir a vitória no primeiro turno (Foto: Roberta Namour)


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SANTIAGO, 18 Nov (Reuters) - A candidata socialista Michelle Bachelet venceu com folga o primeiro turno da eleição presidencial de domingo no Chile, mas terá de disputar uma segunda rodada contra a adversária governista para confirmar a vitória.

Com nove candidatos na disputa, a votação ficou bastante dividida e Bachelet, que busca retornar à Presidência que ocupou de 2006 a 2010, ficou pouco abaixo dos 50 por cento necessários para vencer a eleição ainda no primeiro round.

Bachelet, que foi a primeira mulher presidente do país, recebeu pouco menos de 47 por cento dos votos. A segunda colocada Evelyn Matthei, da coalizão governista, ficou em segundo, com 25 por cento dos votos.

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O segundo turno será realizado no dia 15 de dezembro.

Bachelet prometeu na campanha realizar um ambicioso programa de reformas tributária e da educação para combater a desigualdade no país, enquanto Matthei comprometeu-se a continuar com a maioria das políticas favoráveis ao mercado do atual governo do presidente Sebastián Piñera.

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Bachelet prometeu realizar 50 reformas nos primeiros 100 dias de governo, se voltar ao poder.

A principal bandeira política é um aumento nos impostos corporativos de 20 por cento para 25 por cento para financiar reformas educacionais que incluem uma mudança gradual para o ensino superior gratuito.

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Ela também quer reescrever a Constituição da época da ditadura.

(Por Rosalba O'Brien e Anthony Esposito)

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