Áustria declara apoio a Guaidó como presidente da Venezuela

O chanceler da Áustria afirmou que conversou com o líder da oposição venezuelana Juan Guaidó e prepara-se a compor o time de várias outras nações da União Europeia que reconhecem Guaidó como presidente interino; chanceler austríaco, Sebastian Kurz, disse pelo Twitter que "se Maduro não responder à convocação da UE para eleições presidenciais livres e justas, nós reconheceremos e apoiaremos Juan Guaidó como presidente interino"

Áustria declara apoio a Guaidó como presidente da Venezuela
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Sputnik Brasil - O chanceler da Áustria afirmou que conversou com o líder da oposição venezuelana Juan Guaidó e prepara-se a compor o time de várias outras nações da União Europeia que reconhecem Guaidó como presidente interino.

Países europeus como Alemanha, França, Espanha e Grã-Bretanha deram ao governo do presidente Nicolás Maduro um ultimato de oito dias para convocar novas eleições presidenciais.

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O prazo termina neste domingo e, caso um novo pleito não seja convocado, os países irão adotar a mesma postura dos Estados Unidos — que reconhecem Guaidó como presidente interino.

O chanceler austríaco, Sebastian Kurz, escreveu no Twitter que teve "um ótimo telefonema com o presidente @jguaido [Juan Guaidó]" e disse: "Ele tem todo o nosso apoio para restaurar a democracia".

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Kurz acrescentou que "Se Maduro não responder à convocação da UE para eleições presidenciais livres e justas, nós reconheceremos e apoiaremos Juan Guaidó como presidente interino."

A União Européia diz que um recém-formado "Grupo de Contato Internacional" de países europeus e latino-americanos realizará sua primeira reunião no Uruguai na quinta-feira para tratar da crise na Venezuela.

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Uma declaração conjunta da chefe da política externa da UE, Federica Mogherini, e do presidente uruguaio, Tabaré Vazquez, afirmou que a reunião em Montevidéu será realizada em nível ministerial.

O grupo inclui a UE e oito de seus países membros — França, Alemanha, Itália, Holanda, Portugal, Espanha, Suécia e Grã-Bretanha — além de países da América Latina como Bolívia, Costa Rica, Equador e Uruguai.

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Seu objetivo declarado é "contribuir para criar condições para um processo político e pacífico emergir, permitindo que os venezuelanos determinem seu próprio futuro" através de eleições livres e confiáveis.

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