Ato de terrorismo interno deixa cinco mortos nos EUA

Cinco pessoas morreram nesta quinta-feira, incluindo um atirador que abriu fogo contra dois centros militares em Chattanooga, no Estado norte-americano do Tennessee, no que autoridades locais descreveram como atos de terrorismo interno; os outros quatro mortos são fuzileiros navais no Centro de Reserva Naval, disse uma autoridade militar em Washington; "Estamos tratando isso como um ato de terrorismo doméstico", disse o procurador para o Distrito Leste do Tennessee, Bill Killian

Cinco pessoas morreram nesta quinta-feira, incluindo um atirador que abriu fogo contra dois centros militares em Chattanooga, no Estado norte-americano do Tennessee, no que autoridades locais descreveram como atos de terrorismo interno; os outros quatro mortos são fuzileiros navais no Centro de Reserva Naval, disse uma autoridade militar em Washington; "Estamos tratando isso como um ato de terrorismo doméstico", disse o procurador para o Distrito Leste do Tennessee, Bill Killian
Cinco pessoas morreram nesta quinta-feira, incluindo um atirador que abriu fogo contra dois centros militares em Chattanooga, no Estado norte-americano do Tennessee, no que autoridades locais descreveram como atos de terrorismo interno; os outros quatro mortos são fuzileiros navais no Centro de Reserva Naval, disse uma autoridade militar em Washington; "Estamos tratando isso como um ato de terrorismo doméstico", disse o procurador para o Distrito Leste do Tennessee, Bill Killian (Foto: Paulo Emílio)


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Reuters - Cinco pessoas morreram nesta quinta-feira, incluindo um atirador que abriu fogo contra dois centros militares em Chattanooga, no Estado norte-americano do Tennessee, no que autoridades locais descreveram como atos de terrorismo interno.

Os outros quatro mortos são fuzileiros navais no Centro de Reserva Naval, disse uma autoridade militar em Washington. O atirador suspeito, que não foi oficialmente identificado, podia estar morando na região, de acordo com a polícia.

"Estamos tratando isso como um ato de terrorismo doméstico", disse o procurador para o Distrito Leste do Tennessee, Bill Killian, acrescentando que ainda não há nenhuma determinação oficial sobre a natureza do crime.

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Outras três pessoas ficaram feridas nos ataques que começaram por volta de 10h45 (horário local) e acabaram meia hora depois.

A emissora CBS identificou o atirador como Muhammad Youssef Abdulazeez, citando duas fontes de segurança.

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O chefe da polícia de Chattanooga, Fred Fletcher, disse em entrevista coletiva que o atirador agiu "brutalmente e descaradamente".

Testemunhas e a mídia local disseram que o atirador, que dirigia um carro Ford Mustang, disparou contra duas instalações, incluindo um centro de recrutamento militar e um centro de reserva da Marinha separados por cerca de 10 quilômetros.

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Um porta-voz da Casa Branca disse que o presidente norte-americano, Barack Obama, foi avisado sobre o tiroteio.

"O presidente foi informado pela sua equipe de segurança nacional sobre o tiroteio em Chattanooga e vai continuar a receber atualizações", disse o porta-voz, Eric Schultz.

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O comércio, uma escola e outras localidades perto das áreas do tiroteio foram isolados.

Uma testemunha de uma vidraçaria perto do centro naval disse que a área foi isolada, após o tiroteio ter começado lá por volta das 11h (horário local). "Ouvimos vários tiros", disse a testemunha Marilyn Hutcheson.

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Perto do centro de recrutamento, uma testemunha afirmou que o atirador parecia estar calmo. Uma foto da entrada do centro de recrutamento divulgada pela emissora CNN mostrou a entrada do local repleta de furos de munição.

Um fuzileiro naval ficou ferido no centro de recrutamento, disse uma autoridade militar.

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Segundo o porta-voz do Comando de Recrutamento do Exército em Fort Knox, Brian Lepley, o tiroteio não feriu nenhum recruta do Exército e nenhuma bala atingiu a área interna da instalação.

(Reportagem de Suzannah Gonzales, em Chicago; de Brendan O'Brien, em Milwaukee; e de Emily Stephenson, Julia Edwards e David Alexander, em Washington)

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