Ativistas pedem que líderes do G20 acabem com desigualdade global de vacinas

Os ativistas se reuniram em torno de um caixão com uma faixa que dizia "5.000.000 de mortes", simbolizando as vítimas mundiais da doença

29/10/2021
REUTERS/Yara Nardi
29/10/2021 REUTERS/Yara Nardi (Foto: YARA NARDI)


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ROMA (Reuters) - Ativistas de instituições de caridade realizaram um protesto relâmpago em Roma nesta sexta-feira, antes da cúpula do G20, para pedir aos líderes das maiores economias do mundo que acabem com as desigualdades entre as nações no que diz respeito ao acesso a vacinas e tratamentos contra a Covid-19.

Os ativistas se reuniram em torno de um caixão com uma faixa que dizia "5.000.000 de mortes", simbolizando as vítimas mundiais da doença.

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"O que exigimos do G20 é distribuir as vacinas existentes de uma maneira mais justa para que todos tenham acesso a vacinas, onde quer que ele ou ela viva", disse o coordenador da Oxfam para o G20, Jorn Kalinsky, à Reuters.

Dois manifestantes usavam ternos, máscaras brancas e cartazes ao redor do pescoço dizendo "CEO de farmacêutica" enquanto atiravam dinheiro falso na rua. Outro manifestante portava um cartaz que dizia: "Quero uma vacina do povo, não uma vacina do lucro."

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Oxfam, Anistia Internacional e o grupo italiano Emergência pediram aos líderes do G20 que encontrem soluções imediatas para salvar vidas, dizendo que a suspensão de patentes de vacina ajuda a aumentar a produção e auxilia países incapazes de pagar os preços exigidos pelo setor.

Ministros da Saúde e das Finanças do G20, que se reúnem nesta sexta-feira antes da cúpula dos líderes, disseram que visam garantir que 70% da população mundial esteja vacinada contra a Covid-19 até meados de 2022, mas não tomaram nenhuma iniciativa para a dispensa de patentes de vacina.

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