Atirador de Oregon, nos EUA, foi recusado por escola de tiro

Christopher Harper-Mercer, o atirador morto pela polícia depois de ter assassinado o seu professor de inglês e mais oito pessoas em uma faculdade em Oregon, nos Estados Unidos, foi no passado recusado por uma escola de tiro por um instrutor que o achou "esquisito" e "um pouquinho ansioso demais" para um treinamento avançado com armas

Christopher Harper-Mercer, o atirador morto pela polícia depois de ter assassinado o seu professor de inglês e mais oito pessoas em uma faculdade em Oregon, nos Estados Unidos, foi no passado recusado por uma escola de tiro por um instrutor que o achou "esquisito" e "um pouquinho ansioso demais" para um treinamento avançado com armas
Christopher Harper-Mercer, o atirador morto pela polícia depois de ter assassinado o seu professor de inglês e mais oito pessoas em uma faculdade em Oregon, nos Estados Unidos, foi no passado recusado por uma escola de tiro por um instrutor que o achou "esquisito" e "um pouquinho ansioso demais" para um treinamento avançado com armas (Foto: Leonardo Attuch)


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Por Eric M. Johnson e Emily Flitter

ROSEBURG, EUA (Reuters) - O atirador morto pela polícia depois de ter assassinado o seu professor de inglês e mais oito pessoas em uma faculdade em Oregon, nos Estados Unidos, foi no passado recusado por uma escola de tiro por um instrutor que o achou "esquisito" e "um pouquinho ansioso demais" para um treinamento avançado com armas.

Christopher Harper-Mercer, 26 anos, que se mudou do subúrbio de Torrance em Los Angeles, Califórnia, para Oregon, foi oficialmente identificado na sexta-feira como o agressor no ataque a tiros na Universidade da Comunidade de Umpqua, em Roseburg, a ação com mais mortes entre as dezenas do tipo nos últimos dois anos nos EUA.

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De acordo com o relato de sobreviventes, o atirador invadiu a sala da sua aula de introdução à redação para disparar contra o professor à queima-roupa e, depois, começar a escolher outras vítimas, uma a uma, questionando cada um sobre religião e se eles eram cristãos.

Haper-Mercer passara um mês no Exército em 2008 e tem uma preocupação com armas há pelo menos dois anos. 

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Ele tentou se registrar para treinamento em 2012 ou 2013 na Seven 4 Para, uma escola privada para autodefesa e aplicação da lei, em Torrance, mas Eloy Way, presidente e principal instrutor do centro, disse que não aceitou Harper-Mercer.

"Queríamos que ele fizesse um curso de segurança para iniciantes, e ele tentou me dizer que já tinha experiência com armas de fogo, e eu não tive uma boa sensação sobre ele, então eu o recusei", disse Way à Reuters.

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"Ele era apenas um tipo de cara esquisito e parecia um pouco mimado, imaturo", afirmou Way. "Ele estava um pouquinho ansioso demais para passar por treinamento avançado, e não havia razão para isso." 

As autoridades revelaram pouco do que podem saber sobre os motivos do agressor. 

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Ele deixou um comunicado de várias páginas, "cheio de ódio", na sala de aula, de acordo com um tuíte de um jornalista da NBC, citando várias fontes não identificadas. A CNN, citando fontes,

disse que o comunicado mostrava animosidade contra negros. 

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O xerife John Hanlin, que prometeu não dizer o nome do atirador, não quis comentar quando questionado pela imprensa sobre os escritos.

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