Até agora, Brasil só perdeu na relação submissa de Bolsonaro com Trump
Engajado a Trump, Brasil de Bolsonaro já perdeu no etanol, perde na OCDE e perderá na carne bovina. E não recebeu nada em troca
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Money Times - Os festejos amadores do governo e de boa parte do agronegócio, entre outros setores privados, pela possível entrada do Brasil na Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), apoiado pelos Estados Unidos, não resistiu há poucos meses.
O clube dos países ricos já virou lenda e vem se somar a outra derrota imposta por Donald Trump, a do etanol importado, e a uma que certamente chegará, a da carne bovina. A recusa dos americanos em aceitar que a organização fizesse um convite ao País, em carta do secretário de Estado Mike Pompeo ao diretor-geral Ángel Gurría, tornada conhecida hoje, mostrou o que a diplomacia nacional, mesmo a júnior atual representada pelo chanceler Ernesto Araújo, já sabe. Via de regra, no cenário comercial global, não há almoço grátis, mas com os Estados Unidos, sim, há. Mesmo que o futuro embaixador brasileiro em Washington seja o filho zero 2, Eduardo Bolsonaro.
O engajamento absoluto de Jair Bolsonaro e do ministro Ernesto Araújo a Trump já custou o aumento da cota livre de etanol importado. Quando se esperava o fim ou pelo menos a manutenção dos 600 milhões de litros, livre de impostos, o governo deu mais 150 milhões de litros de lambuja.
Leia aqui a íntegra da reportagem.
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