Ataques aéreos matam líderes do EI ligados a atentados de Paris

Coalizão liderada pelos Estados Unidos matou 10 líderes do Estado Islâmico com ataques aéreos específicos, entre eles indivíduos ligados aos atentados cometidos em Paris em novembro, disse um porta-voz da coalizão, Steve Warren, nesta terça-feira, 29; um dos mortos era Abdul Qader Hakim, que facilitou as operações externas dos militantes e tinha laços com a rede que cometeu os atentados na capital francesa, segundo Warren; ele foi morto na cidade de Mosul, no norte do Iraque, no dia 26

Coalizão liderada pelos Estados Unidos matou 10 líderes do Estado Islâmico com ataques aéreos específicos, entre eles indivíduos ligados aos atentados cometidos em Paris em novembro, disse um porta-voz da coalizão, Steve Warren, nesta terça-feira, 29; um dos mortos era Abdul Qader Hakim, que facilitou as operações externas dos militantes e tinha laços com a rede que cometeu os atentados na capital francesa, segundo Warren; ele foi morto na cidade de Mosul, no norte do Iraque, no dia 26
Coalizão liderada pelos Estados Unidos matou 10 líderes do Estado Islâmico com ataques aéreos específicos, entre eles indivíduos ligados aos atentados cometidos em Paris em novembro, disse um porta-voz da coalizão, Steve Warren, nesta terça-feira, 29; um dos mortos era Abdul Qader Hakim, que facilitou as operações externas dos militantes e tinha laços com a rede que cometeu os atentados na capital francesa, segundo Warren; ele foi morto na cidade de Mosul, no norte do Iraque, no dia 26 (Foto: Aquiles Lins)


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WASHINGTON (Reuters) - A coalizão liderada pelos Estados Unidos matou 10 líderes do Estado Islâmico no mês passado com ataques aéreos específicos, entre eles indivíduos ligados aos atentados cometidos em Paris em novembro, disse um porta-voz da coalizão nesta terça-feira.

"Ao longo do último mês, matamos 10 figuras da liderança do Estado Islâmico com ataques aéreos direcionados, incluindo vários planejadores de ataques externos, alguns dos quais estão ligados aos ataques em Paris", declarou Steve Warren, coronel do Exército dos EUA e porta-voz da campanha militar encabeçada pelos norte-americanos contra o grupo radical.

"Outros tinham planos de continuar atacando o Ocidente", acrescentou.

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Um dos mortos era Abdul Qader Hakim, que facilitou as operações externas dos militantes e tinha laços com a rede que cometeu os atentados na capital francesa, segundo Warren. Ele foi morto na cidade de Mosul, no norte do Iraque, no dia 26 de dezembro.

Uma ofensiva aérea da coalizão realizada em 24 de dezembro na Síria matou Charaffe al Mouadan, membro do Estado Islâmico sediado em solo sírio diretamente ligado a Abdelhamid Abaaoud, o suposto líder das explosões e disparos coordenados em Paris no dia 13 de novembro que deixaram 130 mortos, disse Warren. Mouadan estava envolvido em planos de novos ataques contra o Ocidente, afirmou.

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O efeito dos ataques aéreos contra a liderança do Estado Islâmico pode ser medido pelos êxitos recentes nas frentes de batalha, declarou Warren. Nesta semana o Exército iraquiano obteve sua primeira vitória contra os militantes sunitas extremistas recapturando a cidade de Ramadi, tomada pelo Estado Islâmico em maio.

"Parte destes sucessos pode ser atribuída ao fato de que a organização está perdendo sua liderança", disse Warren.

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Mas ele alertou: "Ela ainda tem presas".

(Por Yeganeh Torbati e Warren Strobel)

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