Ataque aéreo mata 12 crianças em escola na Síria

Bombas lançadas por possíveis aviões de guerra russos mataram pelo menos 12 crianças sírias em sala de aula em uma cidade tomada por rebeldes na província de Aleppo, relatou o Observatório Sírio para Direitos Humanos; ataque aéreo atingiu a cidade de Injara, a cerca de 15 quilômetros da cidade de Aleppo; um professor também morreu

Bombas lançadas por possíveis aviões de guerra russos mataram pelo menos 12 crianças sírias em sala de aula em uma cidade tomada por rebeldes na província de Aleppo, relatou o Observatório Sírio para Direitos Humanos; ataque aéreo atingiu a cidade de Injara, a cerca de 15 quilômetros da cidade de Aleppo; um professor também morreu
Bombas lançadas por possíveis aviões de guerra russos mataram pelo menos 12 crianças sírias em sala de aula em uma cidade tomada por rebeldes na província de Aleppo, relatou o Observatório Sírio para Direitos Humanos; ataque aéreo atingiu a cidade de Injara, a cerca de 15 quilômetros da cidade de Aleppo; um professor também morreu (Foto: Gisele Federicce)


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AMÃ (Reuters) - Bombas lançadas por possíveis aviões de guerra russos mataram pelo menos 12 crianças sírias em sala de aula em uma cidade tomada por rebeldes na província de Aleppo, relatou o Observatório Sírio para Direitos Humanos.

O ataque aéreo atingiu a cidade de Injara, a cerca de 15 quilômetros da cidade de Aleppo. Um professor também morreu e houve relatos de outros feridos, alguns em casos críticos, informou o grupo.

Imagens de mídias sociais divulgadas por ativistas da oposição mostraram uma sala de aula destruída e livros jogados no chão sujo de sangue. As imagens não puderam ser verificadas de forma independente.

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Não houve comentários imediatos do Ministério da Defesa da Rússia.

Em Genebra, um porta-voz da Unicef disse que estava analisando relatos sobre o ataque.

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O Kremlin realizou ataques aéreos na Síria em setembro, informando que queria ajudar o presidente Bashar Al-Assad, principal aliado no Oriente Médio, a derrotar o Estado Islâmico e outros grupos militantes.

(Reportagem de Suleiman Al-Khalidi; Reportagem Adicional de Stephanie Nebehay, em Genebra, e Tatiana Ustinova, em Moscou)

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((Tradução Redação Rio de Janeiro; 552122237141))REUTERS CS RBS

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