Assembleia Geral da ONU submete a votos resolução contra o bloqueio dos EUA a Cuba
Pelo 28º ano consecutivo, a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas vota um projeto de resolução apresentado pelo governo de Cuba contra o bloqueio comercial, econômico e financeiro que os Estados Unidos exercem numa tentativa de sufocar o desenvolvimento econômico e social da ilha
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Prensa Latina - A exigência de pôr fim ao bloqueio dos EUA contra Cuba ocupa mais uma vez nesta quarta-feira (6) a Assembléia Geral da ONU, que há 27 anos aprova resoluções contra esse mecanismo.
Dos 193 Estados membros que compõem as Nações Unidas, apenas cerca de dois ou três - de acordo com o passar dos anos - acompanharam os Estados Unidos na tentativa de manter essa política de cerco econômico, comercial e financeiro contra Cuba.
O governo estadunidense está exercendo fortes pressões e chantagens para que os países mudem de posição contra o bloqueio, principalmente os da América Latina - denunciou o chanceler de Cuba, Bruno Rodríguez.
Longe de responder ao apelo da comunidade internacional, que por mais de duas décadas adotou quase por unanimidade a resolução que pedia a suspensão do bloqueio, os Estados Unidos fazem manobras para impedir sua adoção e corroer o padrão de votação, disse ele.
Na penúltima semana de outubro, explicou o chanceler, as embaixadas de quatro nações latino-americanas foram convocadas em Washington pelo Departamento de Estado com o objetivo de obter seu voto contra o projeto de resolução apresentado na ONU com o título - "Necessidade de acabar com o bloqueio econômico, comercial e econômico imposto financeiro imposto pelos Estados Unidos da América contra Cuba".
Durante 27 anos, Cuba apresenta este documento à Assembleia Geral das Nações Unidas, que quase unanimemente apoia a reivindicação de pôr fim ao bloqueio.
Nestas quarta e quinta-feira, o maior órgão da ONU enviará novamente este projeto de resolução para consideração pela vigésima oitava ocasião consecutiva.
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