'Assédio hegemônico' e 'mentalidade da guerra fria', diz Pequim sobre medidas dos EUA contra jornalistas chineses

A China afirma que as medidas restritivas contra jornalistas credenciados nos Estados Unidos refletem uma "mentalidade da Guerra Fria" e terão sério impacto negativo nas relações bilaterais. A chancelaria chinesa anuncia que o país asiático tomará medidas recíprocas

Zhao Lijian, porta-voz da Chancelaria chinesa
Zhao Lijian, porta-voz da Chancelaria chinesa (Foto: Xinhua)


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247 - A China condenou nesta terça-feira (3) as novas restrições impostas à sua mídia estatal que trabalha nos Estados Unidos. O porta-voz da chancelaria, Zhao Lijian, reagiu em termos enérgicos durante coletiva de imprensa.

Na segunda-feira, o Departamento de Estado dos EUA anunciou sua intenção de limitar o número de funcionários credenciados das cinco maiores mídias da China, bem como reduzir o período de permanência no país.

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Washington atribui essa medida à suposta "vigilância, assédio e intimidação cada vez mais severa" que o país asiático impôs a jornalistas americanos credenciados na China.

O porta-voz chinês também argumentou que a medida do governo estadunidense revela "a hipocrisia da chamada liberdade de imprensa dos Estados Unidos com um flagrante padrão duplo e assédio hegemônico" e sugeriu que o governo chinês tomará medidas recíprocas.

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Informações de Russia Today
 

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