Assassinos do presidente do Haiti foram contratados para prendê-lo e entregá-lo à Agência Antidrogas dos EUA, diz polícia

Jovenel Moïse seria detido e entregue à Agência Antidrogas dos Estados Unidos (DEA, na sigla em inglês), afirmou o chefe da polícia colombiana, general Jorge Vargas

Jovenel Moïse
Jovenel Moïse (Foto: REUTERS/Andres Martinez Casares)


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247 - Os mercenários colombianos contratados para o assassinato do presidente do Haiti Jovenel Moïse iriam entregá-lo à Agência Antidrogas dos Estados Unidos (DEA, na sigla em inglês), afirmou a polícia colombiana nesta quinta-feira (15). O objetivo inicial do grupo, que também era composto por americanos de origem haitiana, era prender Moïse, não matá-lo

Moïse seria detido e entregue à DEA por Duberney Capador e German Rivera, afirmou o chefe da polícia colombiana, general Jorge Vargas, em entrevista coletiva realizada em Bogotá. 

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Em 7 de julho, sete homens liderados por Capador e Rivera entraram no palácio presidencial e neutralizaram o serviço de segurança no local, matando o presidente, enquanto o resto do grupo ficou em veículos para apoiar a operação de fora.

"Essa é a informação que estamos recebendo. Quero enfatizar que o inquérito policial não está em nossas mãos, está nas mãos da polícia do Haiti. É ela quem dirige a investigação", pontuou Vargas. (Com informações da CNN Brasil). 

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