Assassino de embaixador russo foi segurança do presidente da Turquia

Mevlüt Mert Altintas, o jovem policial turco que matou o embaixador russo em Ancara, trabalhou oito vezes como segurança protegendo o presidente Recep Erdogan desde julho de 2016, de acordo com declarações da imprensa local; de acordo com um colunista de um jornal turco, o jovem policial que serviu em Ancara na polícia de choque durante dois anos e meio era um membro do dispositivo de segurança que cerca o presidente Erdogan, tendo trabalhado oito vezes em sua segurança pessoal desde o golpe fracassado de julho de 2016

Mevlüt Mert Altintas, o jovem policial turco que matou o embaixador russo em Ancara, trabalhou oito vezes como segurança protegendo o presidente Recep Erdogan desde julho de 2016, de acordo com declarações da imprensa local; de acordo com um colunista de um jornal turco, o jovem policial que serviu em Ancara na polícia de choque durante dois anos e meio era um membro do dispositivo de segurança que cerca o presidente Erdogan, tendo trabalhado oito vezes em sua segurança pessoal desde o golpe fracassado de julho de 2016
Mevlüt Mert Altintas, o jovem policial turco que matou o embaixador russo em Ancara, trabalhou oito vezes como segurança protegendo o presidente Recep Erdogan desde julho de 2016, de acordo com declarações da imprensa local; de acordo com um colunista de um jornal turco, o jovem policial que serviu em Ancara na polícia de choque durante dois anos e meio era um membro do dispositivo de segurança que cerca o presidente Erdogan, tendo trabalhado oito vezes em sua segurança pessoal desde o golpe fracassado de julho de 2016 (Foto: Aquiles Lins)


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Rádio França Internacional - Mevlüt Mert Altintas, o jovem policial turco que matou o embaixador russo em Ancara, trabalhou oito vezes como segurança protegendo o presidente Recep Erdogan desde julho de 2016, de acordo com declarações da imprensa local nesta terça-feira (20).

Sob a lente de câmeras, Mevlüt Mert Altintas, um policial de 22 anos, matou com nove disparos de revólver nesta segunda-feira (19) o embaixador russo em Ancara, Andrei Karlov, antes de se suicidar.

De acordo com um colunista de um jornal turco, o jovem policial que serviu em Ancara na polícia de choque durante dois anos e meio era um membro do dispositivo de segurança que cerca o presidente Erdogan, tendo trabalhado oito vezes em sua segurança pessoal desde o golpe fracassado de julho de 2016. "Ele era um membro da equipe que garantia a segurança do presidente", escreveu Abdulkadir Selvi, um jornalista que conhece bem os bastidores do governo turco.

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Após atirar no embaixador russo, Mevlüt Altintas gritou "Allah Akbar ("Deus é grande", em árabe) e disse que o ato se destinava a vingar a cidade síria de Aleppo. Apesar destas declarações parecerem ligar o assassinato à situação na Síria, o chefe da diplomacia turca disse a seu homólogo norte-americano que Moscou e Ancara "sabem" que Fethullah Gülen, principal opositor do presidente turco, "está por trás" do assassinato. Gülen, no entanto, nega categoricamente a informação e disse que ficou "chocado e entristecido" com o assassinato do embaixador russo.

De acordo com a imprensa turca, as autoridades mantém sob custódia 13 pessoas nesta quarta-feira (21), incluindo vários parentes e pessoas próximas ao atirador.

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Numa iniciativa inédita, a Turquia aceitou a participação de 18 investigadores russos enviados por Moscou e que participaram em Ancara da autópsia do embaixador Andrei Karlov, cujo corpo foi repatriado nesta terça-feira (20) para a Rússia.

Assista a reportagem sobre o assassinato de Andrei Karlov: 

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