Assad nega atuação em ataques químicos

Os Estados Unidos lideram as acusações de que Al Assad ordenou um ataque químico contra os moradores dos arredores de Damasco. Vídeos divulgados ontem mostraram dezenas de pessoas, incluindo crianças, contorcendo-se no chão com convulsões, alguns aparentando eliminar espuma pela boca e vomitando; líder sírio diz que não há provas



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Renata Giraldi*
Repórter da Agência Brasil

Brasília – O presidente da Síria, Bashar Al Assad, negou hoje (8) responsabilidade nos ataques químicos, registrados no país no último dia 21, matando mais de mil pessoas. Os ataques químicos motivaram os Estados Unidos a liderar a campanha em favor de uma intervenção militar na Síria. Em entrevista à emissora norte-americana CBS, Assad disse não haver provas contra o governo. A entrevista será exibida amanhã (9).

"[Assad] negou saber que houve um ataque químico, apesar do que foi dito e não obstante a filmagem em vídeo. [Assad] disse que não há provas suficientes para fazer um julgamento conclusivo", disse o correspondente da CBS Charlie Rose, que entrevistou o presidente sírio.

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Os Estados Unidos lideram as acusações de que Al Assad ordenou um ataque químico contra os moradores dos arredores de Damasco. Vídeos divulgados ontem (7) mostraram dezenas de pessoas, incluindo crianças, contorcendo-se no chão com convulsões, alguns aparentando eliminar espuma pela boca e vomitando.

Na entrevista à CBS, Assad desafiou a administração norte-americana a apresentar provas contra o governo sírio. "[Assad] disse não saber se haverá um ataque militar. Disse que [as forças de segurança da Síria] estavam obviamente tão preparados quanto poderiam estar perante um ataque", acrescentou Rose, citando Assad.

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*Com informações da agência pública de notícias de Portugal, Lusa

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