As razões que fazem da Bolívia o país que mais cresce na América do Sul

A Bolívia está há mais de uma década crescendo a uma média anual de 5% – muito superior à dos Estados Unidos e à dos países sul-americanos; apesar da crise no preço das commodities, o governo boliviano conseguiu manter o ritmo e foi cuidadoso para não desperdiçar o dinheiro que entrou após a nacionalização do gás e do petróleo em 2006

22/02/2016 - Bolívia - Evo Morales e aliados em entrega de obras para ligar La Paz a El Alto, no dia em que boatos sobre sua derrota em referendo surgiram com apuração dos votos. Foto: Enzo de Luca/ ABI
22/02/2016 - Bolívia - Evo Morales e aliados em entrega de obras para ligar La Paz a El Alto, no dia em que boatos sobre sua derrota em referendo surgiram com apuração dos votos. Foto: Enzo de Luca/ ABI (Foto: Giuliana Miranda)


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247 - A BBC publicou uma longa reportagem em que destaca o sucesso econômico da Bolívia, governada por Evo Morales.

"No ano passado, a Bolívia cresceu 4,3%, sendo seguida por Paraguai (4,1%) e Peru (4%). A lista segue com Colômbia (2%), Chile (1,6%) e Uruguai (1,5%).

O desempenho foi bastante alto se comparado ao dos Estados Unidos, que cresceu apenas 1,5%, e com a América Latina, que teve uma retração de 0,9%. O Brasil teve retração de 3,6% em 2016.

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O país tem crescido muito graças às exportações de gás natural que vende ao Brasil e à Argentina, o que gera o risco de ancorar seu crescimento a esse recurso. E, embora tenha feito esforços para diversificar a economia (com a venda de diesel, estanho e soja), permanece a pergunta de quanto tempo vai conseguir sustentar seu modelo de desenvolvimento.

Apesar disso, o crescimento ocorrido nos governos do presidente Evo Morales, que está no poder há mais de 10 anos, tem sido chamado de "milagre econômico boliviano".

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No campo político, a gestão de Evo tem sido elogiada por suas reformas inclusivas, mas duramente criticada por suas supostas tendências autoritárias, casos de corrupção e o nascimento de uma chamada "burguesia aymara" – em referência ao povo indígena do qual Evo faz parte.
Embora haja posições distintas em relação à atuação política do governo Morales, sobre a condução da economia os especialistas nacionais e internacionais convergem."

Confira aqui a reportagem completa de Cecilia Barría na BBC.

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