Argentinos protestam e gritam: isto aqui não é Brasil

O Brasil do governo de Michel Temer virou referência internacional: uma má referência, no entanto; um dos gritos de guerra dos manifestantes argentinos contra a Reforma da Previdência imposta por Macri é "Isto aqui não é o Brasil!"; os argentinos saíram às ruas para protestar contra mudanças nas aposentadorias e pensões de funcionários já aposentados e aumento na idade mínima de aposentadoria

O Brasil do governo de Michel Temer virou referência internacional: uma má referência, no entanto; um dos gritos de guerra dos manifestantes argentinos contra a Reforma da Previdência imposta por Macri é "Isto aqui não é o Brasil!"; os argentinos saíram às ruas para protestar contra mudanças nas aposentadorias e pensões de funcionários já aposentados e aumento na idade mínima de aposentadoria
O Brasil do governo de Michel Temer virou referência internacional: uma má referência, no entanto; um dos gritos de guerra dos manifestantes argentinos contra a Reforma da Previdência imposta por Macri é "Isto aqui não é o Brasil!"; os argentinos saíram às ruas para protestar contra mudanças nas aposentadorias e pensões de funcionários já aposentados e aumento na idade mínima de aposentadoria (Foto: Charles Nisz)


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247 - O Brasil do governo de Michel Temer virou referência internacional. Uma má referência, no entanto. Um dos gritos de guerra dos manifestantes argentinos contra a Reforma da Previdência imposta por Macri é "Isto aqui não é o Brasil!" Os argentinos saíram às ruas para protestar contra mudanças nas aposentadorias e pensões de funcionários já aposentados e aumento na idade mínima de aposentadoria propostos por um governo eleito. Aqui, Temer tenta impor reformas ainda mais graves sem ao menos ter sido chancelado pelas urnas.

A proposta de Macri revê o cálculo da aposentadoria, o que pode prejudicar 17 milhões de cidadãos argentinos. De acordo com a nova medida, para exemplificar, o próximo reajuste nos vencimentos, programado para março, cai de 12% para 5,7%.

A base do governo havia manobrado para acelerar a votação, que deveria ter sido realizada hoje. Entretanto, a sessão foi suspensa após episódios de violência na capital. Vários manifestantes ficaram feridos, incluindo dois deputados da oposição. Mais de mil membros das forças armadas reprimiram o ato que acontecia desde as 9h na Avenida de Mayo, centro de Buenos Aires. Dentro do Congresso, empurra-empurra e tensão adiaram a votação para a semana que vem.

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A mudança consiste em levar em conta no cálculo um índice de inflação e não a base de arrecadação tributária e a média de aumentos salariais no país, como é feito hoje. A oposição classifica a investida como “um roubo aos aposentados”. O deputado federal e um dos líderes do Partido dos Trabalhadores Socialistas (PTS), Nicolás del Caño, acusa o governo de esconder a intenção da reforma durante sua campanha eleitoral.

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