Argentina busca combater corrupção no setor privado com punição a empresas

O governo argentino enviou um projeto de lei ao Congresso para punir as empresas envolvidas em casos de corrupção que afetem a administração pública, com penas como a suspensão para fazer negócios e multas pesadas; o projeto prevê suspensões de até dez anos para empresas  envolvidas nesses casos no país ou no exterior e multas de até 20% de sua renda bruta anual

O governo argentino enviou um projeto de lei ao Congresso para punir as empresas envolvidas em casos de corrupção que afetem a administração pública, com penas como a suspensão para fazer negócios e multas pesadas; o projeto prevê suspensões de até dez anos para empresas  envolvidas nesses casos no país ou no exterior e multas de até 20% de sua renda bruta anual
O governo argentino enviou um projeto de lei ao Congresso para punir as empresas envolvidas em casos de corrupção que afetem a administração pública, com penas como a suspensão para fazer negócios e multas pesadas; o projeto prevê suspensões de até dez anos para empresas  envolvidas nesses casos no país ou no exterior e multas de até 20% de sua renda bruta anual (Foto: Leonardo Lucena)


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BUENOS AIRES (Reuters) - O governo argentino enviou um projeto de lei ao Congresso para punir as empresas envolvidas em casos de corrupção que afetem a administração pública, com penas como a suspensão para fazer negócios e multas pesadas.

Atualmente, a lei na Argentina prevê penalidades para as pessoas físicas que cometem crimes contra o Estado, mas não para as empresas.

"A ameaça de sanções a pessoas jurídicas e a possibilidade certa de atenuar sua responsabilidade quando colaborarem na prevenção e detecção de crimes contra a administração pública são ferramentas para aumentar a prevenção da corrupção", afirma o projeto oficial, ao qual a Reuters teve acesso no sábado.

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A iniciativa, apresentada esta semana ao Parlamento, prevê suspensões de até dez anos para empresas argentinas envolvidas nesses casos no país ou no exterior e multas de até 20 por cento de sua renda bruta anual.

As penalidades contra as empresas serão maiores se a direção corporativa tiver conhecimento da ilegalidade ou se a infração gerar danos ambientais ou à comunidade, entre outros fatores.

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(Reportagem de Maximiliano Rizzi)

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