Após novo teste de míssil de Pyongyang, Biden terá visita do premiê do Japão à Casa Branca

Os EUA têm estreitado laços militares com países no Pacífico, principalmente o Japão, a Coreia do Sul e a Austrália

(Foto: Eugene Hoshiko/Pool via Reuters)


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Sputnik - Nesta terça-feira (3), a secretária de imprensa da Casa Branca, Karine Jean-Pierre, declarou que o presidente norte-americano, Joe Biden, receberá na Casa Branca o primeiro-ministro do Japão, Fumio Kishida, bo dia 13 de janeiro.

Segundo a declaração de Jean-Pierre à imprensa, o encontro tem como objetivo "aprofundar ainda mais os laços entre" os governos, economias e os povos de Japão e EUA. Essa será a primeira visita de Kishida à Casa Branca desde que assumiu como premiê japonês, em outubro de 2021.

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Biden e Kishida discutirão uma série de questões regionais e globais, acrescentou a porta-voz, incluindo os programas de mísseis balísticos da Coreia do Norte, o conflito na Ucrânia e a manutenção "da paz e da estabilidade em todo o estreito de Taiwan".

Jean-Pierre também afirmou que Biden reiterará seu total apoio à nova estratégia de Segurança Nacional do Japão, à presidência do G7 e ao mandato como membro não permanente do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).

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Os EUA têm estreitado laços militares com países no Pacífico, principalmente o Japão, a Coreia do Sul e a Austrália.

Já no dia 1º de janeiro, a Coreia do Norte testou seu primeiro míssil balístico de curto alcance em 2023, lançando-o em direção ao mar do Japão (também conhecido como mar do Leste). No ano passado, a Coreia do Norte realizou quase 40 lançamentos de testes, disparando cerca de 70 mísseis, incluindo um míssil balístico intercontinental, testado em novembro.

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Em meio ao aumento das tensões regionais, incluindo a ampliação do investimento japonês no setor militar, o líder norte-coreano, Kim Jong-un, anunciou, no final de dezembro do ano passado, o estabelecimento do reforço da defesa do país em 2023. Segundo Pyongyang, a decisão estaria ligada às mudanças no cenário internacional e na península coreana.

Os últimos testes realizados por Pyongyang ocorreram depois que a Coreia do Sul testou com sucesso um foguete transportador de combustível sólido na sexta-feira (30), como parte de seus esforços para fortalecer as capacidades de reconhecimento espacial, de acordo com o Ministério da Defesa da Coreia do Sul.

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