Após críticas a Obama, Coreia do Norte tem nova queda da internet

De acordo com a agência estatal chinesa, a interrupção, a terceira em uma semana, durou pelo menos duas horas. “Às 19h30, hora local de Pyongyang, a internet e a rede móvel 3G da Coreia do Norte ficaram paralisadas. A situação só regressou à normalidade às 21h30”, informou a agência Nova China

De acordo com a agência estatal chinesa, a interrupção, a terceira em uma semana, durou pelo menos duas horas. “Às 19h30, hora local de Pyongyang, a internet e a rede móvel 3G da Coreia do Norte ficaram paralisadas. A situação só regressou à normalidade às 21h30”, informou a agência Nova China
De acordo com a agência estatal chinesa, a interrupção, a terceira em uma semana, durou pelo menos duas horas. “Às 19h30, hora local de Pyongyang, a internet e a rede móvel 3G da Coreia do Norte ficaram paralisadas. A situação só regressou à normalidade às 21h30”, informou a agência Nova China (Foto: Leonardo Attuch)


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Agência Lusa - A Coreia do Norte registrou hoje (28) uma nova interrupção das conexões de internet, anunciou a agência estatal Nova China. O incidente ocorreu horas depois de Pyongyang ter acusado Washington de estar na origem do apagão online registado no início desta semana.

De acordo com a agência estatal chinesa, a interrupção, a terceira em uma semana, durou pelo menos duas horas. “Às 19h30, hora local de Pyongyang, a internet e a rede móvel 3G da Coreia do Norte ficaram paralisadas. A situação só regressou à normalidade às 21h30”, informou a agência Nova China.

Os jornalistas da agência chinesa na Coreia do Norte relataram que a internet esteve “muito instável” durante todo o dia.

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A empresa norte-americana Dyn Research, especializada em segurança informática, confirmou a informação na rede social Twitter, afirmando que a Coreia do Norte tinha sofrido hoje “uma interrupção da internet em todo o país”.

Na segunda-feira (22), as conexões de internet na Coreia do Norte ficaram totalmente interrompidas durante nove horas. Esse primeiro apagão online ocorreu dias depois de o regime de Pyongyang ter sido responsabilizado pelo FBI, Polícia Federal norte-americana, por um dos mais graves ataques informáticos nos Estados Unidos.

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O incidente, que envolveu os estúdios de cinema Sony Pictures, esteve relacionado com o filmeUma Entrevista de Loucos (The Interview, no título original), uma comédia que conta a história de dois jornalistas recrutados pela CIA, serviço secreto norte-americano, para assassinarem o líder da Coreia do Norte.

No dia seguinte, terça-feira (23), a Coreia do Norte registou uma nova paralisação, mas mais breve. As quatro redes de comunicações norte-coreanas estão todas ligadas à companhia chinesa Unicom, uma das maiores operadoras de telecomunicações da China.

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A interrupção de hoje ocorreu algumas horas depois de a Coreia do Norte ter qualificado o presidente norte-americano, Barack Obama, de “macaco” por ter encorajado os cinemas a exibirem o filme Uma Entrevista de Loucos, cuja estreia quase chegou a ser cancelada.

O regime de Pyongyang também ameaçou os Estados Unidos com retaliações. “Obama é sempre imprudente nas palavras e nos atos, como um macaco numa floresta tropical”, criticou a comissão nacional de defesa norte-coreana, acusando o presidente norte-americano de ter incitado a exibição do filme.

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“Se os Estados Unidos continuarem a ser arrogantes, déspotas e a utilizar métodos de gangster, apesar dos repetidos avisos [da Coreia do Norte], deverão ter em mente que as suas ações políticas fracassadas vão levar a golpes mortais inevitáveis”, ameaçou o porta-voz da comissão nacional de defesa norte-coreana.

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